Sempre gostei muito desse poema, é como uma abóbada, uma grande campânula de vidro recebendo a chuva de todos os lados, com uma mulher e um gato dentro.
Afixado por Ponto em abril 29, 2004 01:42 AMAssim era, Ponto.
Obrigada.
Como que um quadro de um Vermeer oriental.
Um abraço
Afixado por Sara Xavier em abril 29, 2004 09:23 AMLindo o poema, e a volta ao começo.
Ouvi dizer que as águas de verão lavam tudo...
Beijos
É preciso dizer de novo? Então eu digo: das coisas boas e belas que tenho lido.
Afixado por AMELIA em abril 29, 2004 03:12 PMSei que é dos seus olhos amigos, Sara, mas creio perceber o comentário e colher dele a ideia justa. Os pequenos Vermeers (imaginava-os maiores)que eternizam instantes fugazes de um quotidiano sereno, com seus pequenos gestos e objectos prosaicos. Apetece entrar dentro deles e ficar por lá, muito tempo, a respirar. Como na chuva de antigamente, lá, na minha "cúpula" :-)
Um beijo
Afixado por Soledade em abril 29, 2004 07:36 PMObrigada, Eugênia, beijos aqui deste lado, sorrindo :-)
Querida Amélia, obrigada. Celebrei o dia com um poema que sabia tu gostavas e que traz a nós duas boas lembranças :-)
Um grande beijo
desta espanha distante uma saudaçao para poeta que ama sobreiros e tem duas patrias
Afixado por peresf eio em abril 30, 2004 12:44 AMObrigada, Carlos. Saúda por mim Castilla la Vieja
Afixado por Soledade em abril 30, 2004 01:50 PM