Soledade Ribeiro ou Bernardim Santos?
"De seda paciente" - encantatório!
Belo, falta apenas ao fundo um bandolim tocando.
Um abraço
Afixado por Sara Xavier em abril 30, 2004 10:31 PMDeste também gosto muito - aquele primeiro verso até se vê a esticar o fio de coser, estou a ficar seu fã :)
Afixado por Ponto em maio 1, 2004 01:05 AMFomos, somos, seremos, voltamos ao início e novamente refazemos o ser...
Bjs.
Agora podemos entender melhor o que se passava por trás daquela cena. Agora sabemos que para além dos gestos longos havia um livro de memórias, pensamentos, sobressaltos, ternuras. E nós que só víamos a paciência...
Beijos
Do livro das saudades...escrito para ninguém,ou para um,ou para cem,mil, dez mil...
mulheres, porque «só as mulehres são tristes», por lá se escreve.
E aqui se re-escreve, do modo que te é tão próprio.
Oh Sara, que fico sem saber o que dizer! Bernardim está tão, mas tão alto! Obrigada pelas suas palavras amigas.
Afixado por Soledade em maio 1, 2004 09:56 PMPonto, obrigada, até vem a calhar, a linha e o ponto :-)
Afixado por Soledade em maio 1, 2004 09:57 PM"De vez em quando paramos de crescer (...)
De vez em quando voltamos a crescer
não cabemos na casa da pele do olhar
ruímos para dentro tudo por fazer outra vez"
Escrevi isto, há muito tempo, noutra encarnação. A ideia de ciclos. Mas o rio não regressa da foz. Obrigada, Luís, um beijo
Afixado por Soledade em maio 1, 2004 10:05 PMÉ verdade, Silvia, agora sabemos. Então não fazíamos ideia nenhuma dos caminhos que elas tinham trilhado até chegar a esse ponto que nos parecia de intemporal equilíbrio, como se a paciência tivesse nascido com elas e não fosse uma penosa conquista.
Beijo
«Menina e moça me levaram, de casa de minha mãe para muito longe.» Do livro das saudades, Amélia, desse tão nosso.
Um beijo
que maravilha sol
tu estás assim cada vez mais....sei lá
a "noite que não para de crescer" ´e tudo!!!!!!!!
beijos
El