Vaguei ao longe, pelo tecto do Mundo.
Muito bonito, Sol.
Bjs.
Fiz uma visita geral; você trata as palavras como a tecer um bordado.
Afixado por Manoel Carlos em maio 3, 2004 02:37 AM
...muito interessante...
Belo, belo, belo!
Afixado por Sara Xavier em maio 3, 2004 10:20 PMÉ bonito, não é, amigos?, um poema dos longes, do infinito. Do tecto do mundo, como diz o Luís.
Manuel Carlos, obrigada pelas suas palavras. Conheço o seu agrestino ("Só é cantador quem traz no peito o cheiro e a cor de sua terra, a marca de sangue de seus mortos e a certeza de luta de seus vivos") e tenho prazer em recebê-lo aqui. E a si, Levkash, que vem, não da Bolívia, mas do Brasil, creio.
Afixado por Soledade em maio 3, 2004 10:55 PMO devaneio é sempre uma espécie de vôo, não é?
Belo poema. Obrigada por trazê-lo.
Beijos