Poderá ser estranho, contudo as reacções à adversidade assumem, pela sua própria natureza, formas díspares e pouco racionais. Penso que o isolamento, é uma dessas formas.
Muito bonito, o teu poema, Sol.
Bjs.
Obrigada, Luís :-)
Bj
é um poema que traz, muito forte, a idéia de abandono.
gostei bastante.
Afixado por Daniel em maio 5, 2004 12:08 AMEntrei em catarse. Que dia!
Afixado por Ponto em maio 5, 2004 12:22 AMDaniel, lembra-se do poema de Manuel Bandeira a que aludo? Eu queria, além de homenagear Bandeira, dizer uma coisa muito simples: comovemo-nos diante de algo ou alguém, e desejamos proteger, acarinhar. Mas pode acontecer que esse impulso seja fruto de uma necessidade nossa, e não a resposta à necessidade do outro.
beijos aí para R.P. :-)
Amanhã será melhor, Ponto :-)
Afixado por Soledade em maio 5, 2004 12:30 AMUm beijo pelo poema belíssimo e um outro tu sabes porquê:)
Pour un peu de tendresse
je donnerais des diamants
que le diable caresse
dasns ses coffres d'argent
Pourquoi crois-tu la belle
que les marins au port
vident leus escarcelles
pour offrir des trésors
à de pauvres princesses
Pour un peu de tendresse...
(do velho jacques)
...e pouco impirta se a necessidade de ternura é a nossa ou é a do objecto dessa ternura, na verdade...
Pois não importa. Obrigada, Amélia. Por tudo :-)
Afixado por Soledade em maio 5, 2004 12:04 PMUm olhar terno derrete gelo e aquece corações:)))
Afixado por MG em maio 5, 2004 08:12 PMum belisssimo poema denso de ternura
...e pouco importa se a necessidade de ternura é a nossa ou é a do objecto dessa ternura, na verdade...
pouco importa...
bjs para as duas Amélia e Soledade
saudades
Pois sim, MG. E de gelo sabemos nós, raianos, não é? :-)
Diana, obrigada, pequenina :-)
beijinho, bom fim de semana
Afixado por Soledade em maio 7, 2004 11:57 AMPoema carregado de duplos significados. Porque foi tocada " a brandura e o que ardia... o olhar".
E porque toda ternura é necessária.
Gosto muitíssimo de poemas assim,Soledade que colocam esse "toque" imprescindível dos paradoxos, das ambiguidades. Somos feitos de tantos paradoxos, tantos desejos desencontrados, tantas razões e desrazões.
Beijo, belo poema.Mesmo.
Um beijo para ti, Diana.
Afixado por amelia em maio 7, 2004 12:46 PMÉ um consolo - e um risco - dar a ler o que se escreve aos amigos do peito, aos amigos que têm, como nós, o vício da indagação pessoal. E o das palavras.
beijo enorme, Eugênia
Afixado por Soledade em maio 7, 2004 01:05 PMComo se pode dizer tanto em quatro versos...! Parabéns!
Afixado por Oscar em maio 18, 2004 06:39 PMÓscar, pode dizer-se muito em dois ou três versos, como nos seus "Estudos sobre o Melro". Por eles, quem lhe dá os parabéns sou eu.
Afixado por Soledade em maio 19, 2004 11:44 PM