Corro de boa vontade o risco de me repetir: repito-me - beleza em cada verso teu, neste como noutros poemas.
Afixado por amelia em maio 10, 2004 10:01 PMBelo! Os 4 versos finais fizeram-me lembrar tempos antigos junto a um açude com os cabelos ao vento. Suave como a melancolia.
Afixado por Sara Xavier em maio 10, 2004 10:15 PMÉ lindo, Sol. Gostei muito.
Bjs.
também gosto de sentir o vento em meus cabelos.
é muito bonito este poema, que eu não conhecia.
Afixado por Daniel em maio 11, 2004 12:31 AMAmélia, Sara, obrigada, meninas :-)
Afixado por Soledade em maio 11, 2004 01:10 AMObrigada, Luís, e também por me leres sempre
Beijo
Sei que gosta de sentir o vento nos cabelos, Daniel :-) E quem não gosta?
Afixado por Soledade em maio 11, 2004 01:20 AMÉ muito bonito.
O que vejo é a luta pelo presente, por aquilo que se tem. E um sítio só nosso, de cada um, amor-própio, de onde "partem rotas de ascenção".
Sete Sóis, obrigada por me devolveres - assim - o poema.
Para ti, um beijo e a minha indefectível ternura
"(...)gesto que é só esse gesto,
não a renda melancólica
de querer estar em outro sítio."
Que versos verdadeiros, e que lindos, escritos deste modo alongado e veladamente musical.
Afixado por Ponto em maio 11, 2004 07:25 PMOi, Soledade,
vi um comentário teu na Linha de Cabotagem. Não precisa mais ter saudades! Achei teu blog e agora venho visitá-la sempre. beijos
Este pareceu-me outro tom. : )Sem melancolia, sem nostalgia. gostei muito de lê-lo. Mesmo porquê a beira da lagoa com o vento nos cabelos é muitas vezes o cume...
Beijo
Olá, mak, as saudades matam-se devagarinho :-) beijo daqui até Micropolis
Afixado por Soledade em maio 12, 2004 08:50 AMÉ outro tom, Silvia. Resta saber em que encarnação foi dedilhado :-)
beijo
Versos honestos tentam sê-lo. Obrigada, Ponto.
Afixado por Soledade em maio 12, 2004 08:54 AMDepois da sua leitura, este poema merece ser contemplado como um quadro! Ah, dominasse eu essa arte das tintas, dos pincéis, das misturas e das telas, tocaria a água com seus dedos, esse gesto que é só esse gesto... Beijo, Sol!
Afixado por antónio em maio 12, 2004 02:09 PMTeu poema cheira a felicidade, Sol. Muito belo, muito tranqüilo. Um grande beijo.
Afixado por adelaide amorim em maio 13, 2004 02:05 AMObrigada, António. Conhece o Arrimal? É por esses lados, nos Olhos de Água, o cenário do poema. Um beijo
Afixado por Soledade em maio 13, 2004 01:39 PMAdelaide, a gente busca estar presente a si-mesma. E há bons momentos, é verdade. Obrigada pela visita, um beijo
Afixado por Soledade em maio 13, 2004 01:42 PM