"de agora
ser tempo de câmara escura"
Um poema com muita força e belo.
Abraço
Afixado por Sara Xavier em maio 14, 2004 12:38 PMDescobri o seu blog pelo da Márcia. Foi uma grande descoberta. Com prazer fui desvendando textos seus. A beleza e a força deram-me esse prazer. Obrigada, portanto. E cheio de brasilidade.
Afixado por Graças em maio 15, 2004 12:48 AMA tua poesia é tão tua, tão intimista, tão espelho de sentimentos e momentos teus que não é fácil de decifrar. No entanto utilizas imagens extraordinariamente belas; eu gosto particularmente do fim do poema, ameaça a pairar sobre "estes tempos" ou "o teu tempo". Bom fim de semana.
Afixado por lique em maio 15, 2004 05:20 PMHoje conheci o teu blog. Quanto ao que editaste aqui, é muito "forte":)) Gostei muito da imagem;)
Afixado por wind em maio 15, 2004 10:22 PM"e pairou a ameaça
de agora
ser tempo de câmara escura "
coisa mais bonita...
um beijo.
A câmara escura é um lugar de hibernar... depois sair, as forças renovadas, imagens do passado já fixadas - digeridas - talvez para poderem ser esquecidas, ou pelo contrário, testemunhas de recordações persistentes.
Afixado por FataMorgana em maio 17, 2004 02:06 AMPequenas alegrias "nostalgicas", que se concedem a terceiros, neste caso, a mim. Obrigado, pelo lindíssimo poema, Carlos.
Um abraço.
Penso que deve começar a pensar em publicar um livro.
Gostei bastante do teu cantinho.Tens uma escrita muito tua, que consegue na minha opinião ser misteriosa ao mesmo tempo que bonita.Porque não é directa, deixa-nos a pensar no que poderá significar cada frase, e podemos seguir aqui várias linhas de raciocinio,libertando a imaginação e virando-nos para a que nos parece mais provável.(Falo de uma forma global).Beijos grandes
Afixado por Lara em maio 18, 2004 12:41 AMPoema imagisticamente belo, abrindo espaço a imensa plêiade interpretativa.Grata pelo exercício de reflexão a que me levou. Grata pela beleza!
Afixado por adesse em maio 18, 2004 01:17 AMEu também gostei muito do poema.
E destaco a "visão armada de tesouras" - toda a 3ª estrofe - essa exigência de depuração. Que aprovo, claro :-)
Um bom poema, limpo, sobre o tempo que devora todos os seus filhos, rebanhos, florestas e arruína cidades e impérios.
Afixado por mb em maio 19, 2004 11:33 AMGostei muito de descobrir o poeta q há no meu tio.
Muitos parabéns!!!
E como li, aqui em cima, q tal começar a pensar numa publicação??
Beijos & Inspiração, sempre.
Afixado por Inês em maio 19, 2004 11:23 PM