Eu aconselho a sua amiga a pôr os pais num Centro de Dia p/3ª. Idade e assim durante o dia estão acompanhados para além de lá fazerem a refeição do almoço e lanche, podendo ainda tomarem os banhos assistidos pelo pessoal do Centro se tal fôr necessário. É uma solução mais económica que o seu internamento num lar que tem custos elevados.
Afixado por congeminações em maio 16, 2004 08:56 PMO Inverno da vida, nunca deixa que o Sol brilhe na sua plenitude.
Não acredito que existam soluções aprazíveis, para solucionar situações semelhantes.
Nada fará jamais esquecer o amor paterno, assim como o retorno dos descendentes, não se deve quedar por sentimentalismos sem esperança.
Na balança da vida devem ser colocadas todas as alternâncias e mesmo que o fiel da dita permaneça imóvel, temos de ter a coragem de assumir e defender acerrimamente, o que nos parece melhor, ainda que nos critiquem.
maldita vida. problema de tantos nós. amarfanha.
diga lá para nunca, mas nunca, criar complexo de culpa. o resto, bem o resto...
Já vi esse filme! E ainda estou a ver a segunda parte. O meu pai está num lar, a minha mãe já partiu. Alguns lares não são o "depósito" de que se fala. É raro o dia que lá não vou. Entre o estar em casa sem condições, sózinho, sem ninguém que lhe faça nada, a opção lar não é a pior. Mas existem lares e lares, compreendem?
Afixado por canzoada em maio 16, 2004 10:58 PMNão sei de onde é esta colega, mas existe uma entidade chamada "casa do professor", que acolhe professores e pais de professores. Não é um lar, é uma casa. Quem lá vive tem chave e entra e sai como quer e, se decidir conservar a sua casa própria e lá passar temporadas, pode faze-lo sem problemas. Têm, no entanto, todos os cuidados quando estão lá, na casa do professor.
Afixado por M. em maio 17, 2004 12:36 AMNão percebo que raio de sociedade estamos a construir...
Um abraço,
Francisco Nunes