Só os últimos 4 versos seriam um grande poema. Belíssimo como são os poemas de Tonino Guerra.
Afixado por Sara Xavier em maio 22, 2004 02:03 PMoutro poeta s de regressos á essencialidade - que descobrimos e de que gostamos...
Afixado por amélia em maio 22, 2004 02:28 PMUma espécie de "chave de ouro", não é, Sara?
Um abraço aqui das brumas que não são novembrinas, mas parecem.
Afixado por Soledade em maio 22, 2004 07:20 PMÉ verdade, Amélia, outro poeta da essencialidade que descobrimos e de que gostámos. Este poema, por exemplo, tu tem-lo assinalado.
Afixado por Soledade em maio 22, 2004 07:23 PMUm poema lindo, sem dúvida, uma reflexão sobre a morte diferente...
Mas mesmo assim não a faz a melhor das visitas...
"cruzes canhoto"
Bom fim de semana Sol:)))
Porquê, Manuel? Ela "nem sequer é maçadora". Olha a sabedoria do velho camponês...
A sério - ri-me com o "cruzes canhoto" :)
há versos que devem ser lidos sábado, ouvidos domingo e vistos segunda...e por aí fora! bom resto de fds c.
Afixado por peres feio em maio 22, 2004 11:34 PMPara nós todos, vem apenas uma vez. Para alguns, ameaça, sempre.
Bjs, Sol.
"A morte nem sequer é maçadora,
apenas vem uma vez."
Profunda e divertida ideia! Gostei.
Afixado por Luis em maio 23, 2004 12:41 PMBelo poema. Gostei do poema e de ser apresentada a um poeta que não conhecia. Bravo!
Afixado por mak em maio 25, 2004 02:13 AMFalta-me tempo, desde domingo.Mas não podia deixar de assinalar, Soledade.Um belo poema e as duas frases finais, ótimas . Obrigada.
Beijo grande : )
Lidos, ouvidos e vistos? Se tu o dizes... :-)
Afixado por Soledade em maio 25, 2004 07:45 PMQuanto à convivência de alguns em particular com a morte, julgo perceber a que te referes, LE. Mas ela é parceira de nós todos: "O homem criou a morte", como diz Yeats.
Afixado por Soledade em maio 25, 2004 07:51 PMLuis, também me pareceu um notável ponto de vista, uma irrefutável evidência, como às vezes as enunciam as crianças.
Afixado por Soledade em maio 25, 2004 07:55 PMOlá, mak. E há quem diga mal da rede. Também não teria conhecido Tonino Guerra se não meto o nariz neste e naquele blogue.
Por falar nisso: a joaninha voa, logo lhe dou um eco desse voo :-)
Sei como é, Silvia. Aqui também não tem sobejado tempo.
Beijo praí :-)