Muitas verdades aqui estão escritas de uma forma muito clara!
Usar de cidadania seria um exercício mais do que desejável.
Fez-se a revolução, quantitativamente o país deu uns passos em frente. Mas o ESSENCIAL - sim, pq estradas, pontes e afins fazem-se em qq altura - que seria mudar as mentalidades, essa está ainda por fazer.
Abraços, amigo.
E é exactamente por essa razão, ou seja pela consciência de que o Estado somos nós todos e o Governo é uma forma de nós sermos representados que não consigo compreender a desmotivação crescente do eleitorado na participação da vida
cívica e de uma vez por todas se impor a si próprio a necessidade de escolher acertadamente os seus legitimos representantes no Estado.
Pois é, mas eu pergunto é quantos portugueses compreendem isso.
Assino por baixo. Mais uma vez!
Não sei se terei alguma razão, mas o que sinto, é uma enorme cultura, do individualismo.
O Português é um desenrascado, por natureza, ou por anos de isolamento.
Quando chamado, a pronunciar-se, invariavelmente, olha apenas para o umbigo.
Ainda estão muito enraizados, os preconceitos de outrora, do Sr. Padre, do Presidente da Junta, do cabo da Guarda, etc.
Portugal, em 25 de Abril, libertou-se do jugo fascista, mas o seu povo, trinta anos depois, ainda não se emancipou.
O empurrão que ainda falta dar, tem de ser dado diariamente, nas escolas, nas tertúlias, nos cafés e até mesmo aqui.
Totalmente de acordo! E não é por esquecimento ou falta de tempo. Hoje sou levado a acreditar que os partidos políticos e seus eleitos cultivam mesmo um desprezo de proximidade aos seus eleitores, representando não uma via de acesso, mas sim um entrave às manifestações de cidadania que são a substância da democracia.
Sim, sim , sim...só posso concordar....
As escolas têm muita responsabilidade no assunto...mas a família também; no fundo a responsabilidade é de todos nós... Abraço, WB