"(...)uma religião que inspira muita solidariedade entre si, olha os outros como menos dignos"
Definiu, no seu 'post' e desta forma, o Judaísmo?
Onde foi buscar esta ideia?
Caro André,
"Não é verdade que "Javé" ama o seu povo, o premeia e castiga, o conduz na paz e combate por ele na guerra, o liberta dos opressores e o introduz na terra prometida no passado?".
Do meu ponto de vista, porque isto aconteceu há milhares de anos não carateriza uma sobranceria face aos outros povos de outras confissões. Mas não "continua viva no Judaísmo a consciência de que Israel é o escolhido entre todos os povos para ser a possessão em que se compraz Javé?".
Consultei a obra Verbo Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura só para confirmar o que não tinha muito presente.
Assim, utilizando as palavras usadas na obra;
"Os escritos rabínicos apresentam tal eleição como fruto dos méritos de Abraão e dos Patriarcas, mérito que continua à disposição dos pósteros."
Partindo desta eleição por mérito, parece-me claro como àgua que, serão mais dignos que os outros povos que não conseguiram o mesmo mérito, perante a única autoridade competente; "Deus".
E, finalmente, quando a ONU decide dividir a Palestina em dois estados independentes, se são tão dignos uns quanto os outros, em que se fundamentam os muitos judeus que para lá vão, e que não haviam lá nascido, para terem prioridade sobre os que já lá viviam?
É por estas razões, afloradas de resto no parágrafo seguinte ao que refere, que eu penso que os judeus estão convencidos da sua "nobreza" na aristocracia teológica.
Pode muito bem acontecer estar eu a interpretar mal, com os dados que disponho, o carácter do Judaísmo pelo que lhe solicito que me indique onde devo procurar, nesse caso, informação para melhor me esclarecer.
Agradecendo a visita,
Cumprimentos
Pedro
Afixado por Pedro Lima em maio 18, 2004 08:15 PMEsses são as ADM dos Israelitas. E enquanto as não descobrirem, não restará um Palestiniano vivo.
Afixado por jgonçalves em maio 18, 2004 11:50 PMPalestina resiste! Como pode!...
1. A besta sionista anda á solta!
Depois de, na semana passada, ter destruído cerca de cem casas e desalojado mais de mil palestinianos, o que provocou a condenação da comunidade internacional, a máquina de guerra sionista continua desde a madrugada de hoje a flagelar a cidade de Rafah, na Faixa de Gaza, tendo assassinado, até ao momento, 17 civis, na maior ofensiva militar israelita dos últimos quatro anos.
2. A Amnistia Internacional acusa!
Entretanto, hoje mesmo, a Amnistia Internacional acusou Israel de estar a cometer “tremendos crimes de guerra” que, desde Outubro de 2000, tiraram a vida a 2.500 palestinianos, entre os quais centenas de crianças, e causaram a destruição de mais de 3.000 casas e 10% do território agrícola palestiniano. A AI apela à intervenção urgente da comunidade internacional, incluindo os Estados Unidos, embora considere que “modificar a sua política de apoio cego ao governo de Israel será mais difícil”.
3. Rei da Jordânia: “mediador” mas pouco!
Ainda esta terça-feira, o rei da Jordânia – que obviamente não foi eleito e é um aliado próximo dos EUA - sugeriu que o líder palestiniano, Yasser Arafat – chefe de Estado eleito democraticamente e Prémio Nobel da Paz - deveria considerar a possibilidade de se afastar do poder!
Considerado por alguns um mediador regional chave na crise israelo-palestiniana, o rei da Jordânia, no entanto, nada disse sobre a política criminosa do governo sionista do carniceiro Sharon!
Um “mediador” com dois pesos e duas medidas! Pois...
4. Bush comprometido com a segurança de Israel! Claro...
George Bush, por seu lado, afirmou que “a retoma da violência na Faixa de Gaza é perturbadora” mas, para que ninguém fique com dúvidas quanto à sua posição, sublinhou que está "fortemente comprometido a favor da segurança de Israel como vibrante Estado judeu” e que “Israel é uma democracia e um amigo e tem todo o direito de defender-se contra o terrorismo”.
5. Com as costas quentes, o carniceiro Sharon não pára!
Com as costas quentes pelas palavras e o apoio de Bush, o carniceiro Sharon já declarou que não sabe quando é que vai acabar a destruição e a carnificina pois não fixou nenhum “limite de tempo” para as acções criminosas do exército israelita em Rafah. Só esta terça-feira foram 20 os palestinianos abatidos pelos sionistas.
Em conclusão:
Só resta aos heróicos e martirizados palestinianos resistirem como podem e aguardarem dias melhores!...
Abraço da Margem Esquerda!
Afixado por Aurélio M em maio 19, 2004 02:48 AM