Comentários: E no entanto o dia é fundo

Um beijo por mais esta ocasião de te reler.

Afixado por amélia em maio 31, 2004 10:22 AM

Maio vai terminando...
Beijo, aqui do trabalho, em breve pausa

Afixado por Soledade em maio 31, 2004 11:13 AM

Tão dilacerantemente belo como o "côncavo de Maio"!

Afixado por Sara Xavier em maio 31, 2004 01:12 PM

Esse cheiro de madeira encerada me lembrou aquele quadro belo, lá no Museu d'Orsay, com dois homens encerando um assoalho.
Tão bom de ler, assim, numa segunda de manhã...
Beijo,

Afixado por Márcia em maio 31, 2004 02:57 PM

Que pode dizer-se de tamanho poema? Uma faca no coração mais oculto? Palavras tão proibidas que não deviam escrever-se? Mein Gott! Como dói de tão denso!

Afixado por O Estrangeiro em maio 31, 2004 03:06 PM

Do fundo do dia sempre levanta-se a memória.Ah, quando a memória se levanta.Qualquer resultado é possível.Gosto mesmo da tua escrita.
Beijos

Afixado por eugênia em maio 31, 2004 04:15 PM

Obrigada, meus amigos, por viajarem comigo ao fundo das memórias luminosas e sombrias de Maio

Afixado por Soledade em maio 31, 2004 08:36 PM

... bj, Sol.

Afixado por LE. em maio 31, 2004 10:41 PM

Outro pra ti, Luís

Afixado por Soledade em maio 31, 2004 10:55 PM

Quando li este poema pela primeira vez nada escrevi, porque me lembrou a notícia da morte da minha mãe. Eu já tinha 32 anos, mas fui informada por telefone, numa escola, junto a umas escadas.

Afixado por Helena em junho 1, 2004 08:20 AM

Sinto os versos, e o somatório de dores de todos os que já perderam a Mãe – Estes belos versos, marcam para todo o sempre. Bj c.

Afixado por peres feio em junho 1, 2004 08:53 AM

Dorido, mas belo!
Também eu passei por este terrível pesadelo na infancia...sensação de abandono!

Afixado por Margarida em junho 1, 2004 11:25 AM

Amigos, não era o Drummond que dizia que mãe não deve morrer? Acho que era.

Um beijo à Helena, ao Carlos e à Margarida.

Margarida, é um prazer receber o Bloguida no Nocturno.

Afixado por Soledade em junho 1, 2004 01:04 PM

Soledade,
Porque não promove uma sessão de poesia e lê os seus poemas. Falta ouvi-los, o que seria, julgo, uma experiência fascinante.

Afixado por rogério santos em junho 1, 2004 07:47 PM

Rogério, nunca li os meus poemas em público, outros tiveram a gentileza de os ler. Mas quem sabe ainda sigo o seu conselho? :-) Obrigada

Afixado por Soledade em junho 2, 2004 01:30 PM

Também acho que seria óptima ideia.

Afixado por amelia em junho 2, 2004 10:04 PM