A terna ligação da pintura, ciclos de vida que avança enexorável a este lindo e breve poema, é fantástica.
Adorei, Carlos.
Um abraço.
Uma das coisas que me oferece a blogoesfera ( para além de alguma burrice e estupidez!)é a descoberta de novas coisas.E tenho aprendido muito.Hoje, aprendi consigo.Não conhecia esse pintor.Obrigada por mo ter dado a conhecer.
Afixado por valeria em maio 31, 2004 07:42 AMHá uma melancolia neste auto-retrato do Mário Botas, uma espécie de desamparo da personagem, no tempo que marcha. Vai bem com o poema do espanto, desse momento em que visceralmente descobrimos que "virá um Natal e será o primeiro", como diz o David-Mourão Ferreira. Dos poemas de que mais gostei, nos últimos tempos, aqui no PSM.
Boa semana.
Não há dúvidas, tu tens o dom. Os teus temas provêm de reflexão, o que é ainda mais difícil de pôr em poesia. Que arrepio esse de não existir mais ninguém que se lembre de nós. É de facto a nossa diluição no cosmos. Parabéns pelo que aqui publicas. Tem um bom dia!
Afixado por lique em maio 31, 2004 10:43 AMHá uma mimética entre pintura/poema e eu divaguei nela.
Afixado por Sara Xavier em maio 31, 2004 12:53 PMO que escreves "mexe" muito com o pensar e sentir. Obrigada:) Belo quadro para complementar o poema:)
Afixado por wind em maio 31, 2004 02:51 PMTive de voltar porque...sim:) Fiquei a matutar no que escreveste e lembrei-me que com pessoas amigas falámos de uma teoria maluca: Quando morrermos vamos para o Universo, porque somos parte dele. Isto pode não fazer sentido, mas é uma das coisas que muitas vezes penso...Sorry;)
Afixado por wind em maio 31, 2004 07:40 PMA pintura de Mário Botas prepara para o "espanto" do "nosso encontro com o caos". Continuando as reflexões poéticas, quedo-me a olhar, de novo, a pintura. Grata.
Afixado por adesse em maio 31, 2004 09:26 PMOlá amigo Carlos Peres Feio...espanto é conseguir sempre conjugar imagem e texto desta forma.Espantoso mesmo.Beijos e até á próxima,pois tenho que me ausentar por uns dias devido a um Festival.No regresso conto como foi :).
Afixado por Lara em junho 1, 2004 01:42 AMEspantosa a lucidez que te levou a escolher este quadro para ilustrar o teu poema, tão perturbante na epifania da nossa fragilidade...Parabéns :-)
Afixado por Dora em junho 1, 2004 02:02 AMacho que os encontros e os últimos momentos são sempre espantos únicos :)
um beijo tio cada vez te leio com mais gosto
gostei imenso de conhecer Mário Botas - Obrigada
Afixado por am em junho 1, 2004 02:45 AMA máxima economia para fixar um tal esquecimento. E a desolação expressa no quadro do Mário Botas cria a atmosfera adequada. Gostei mesmo muito.
Afixado por vitor em junho 1, 2004 11:38 AMReflexão realista do poeta. Mário Botas sublinha o inexoravel.Aguardo o proximo(s) postes. E o livro tambem!
Afixado por saokalitskaya em junho 1, 2004 02:14 PMé assim que encontro as pérolas..caminhando.
Afixado por leonor em junho 1, 2004 03:58 PMAqui encontro as coisas do mundo e da humanidade. As reminiscências que cá ficarão depois de "o último que se lembrava de nós morreu".
Poema-fóssil-futuro que, espero, seja encontrado para os próximos seres saberem que existias tu e quem te lesse!!! :)
(e o quadro...)
Afixado por FataMorgana em junho 1, 2004 05:27 PMTriste é o dia em que partem os que amamos, unificador será o dia em que deles não restem memórias? Talvez. Será parte de nós esquecer?
Gostei do que me levaste a pensar psm.