Sol gostava de colocar este poema no meu blog junto da foto da lua, pode ser?
Afixado por MG em junho 5, 2004 12:11 AMSOLEDAD
ANTES QUE O SOL SE VÁ
COMO UM PÁSSARO PERDIDO
TAMBÉM TE DIREI ADEUS,
SOLEDAD, SOLEDAD
TAMBÉM TE DIREI ADEUS
....
INDIAZINHA
INDIAZINHA TÃO SENTADA
NA CINZA DO CÉU DESERTA
QUE PENSAS
NÃO PENSAS NADA
SOLEDAD, SOLEDAD
QUE A VIDA É TODA SECRETA...
(excerto do poema SOLEDAD, da brilhante Poetisa brasileira, CECILIA MEIRELLES, musicado por ALAIN OULMAN)
Trata-se do fado do meu reportório que mais gosto!Nunca me canso de o cantar! Uma pequena homenagem a si, e ao seu maravilhoso nome.
o gosto de ao deitar, ler poesia acolhedora. bj c.
Afixado por peres feio em junho 5, 2004 03:38 AMEmocionante! Belo!
Afixado por Margarida em junho 5, 2004 04:43 PMFicou óptimo, Manuel. Obrigada :-) A foto é estupenda.
Afixado por Soledade em junho 5, 2004 08:40 PMValéria, fico sensibilizada com a sua gentileza.
Conheço alguns fados de Oulman, e a combinação de Cecília Meireles com a música dele deve ter dado belos frutos. Vou procurar ouvir na sua voz. Muito obrigada.
Espero que tenhas dormido bem, Carlos :-)
Afixado por Soledade em junho 5, 2004 08:45 PMMargarida, muito obrigada :-)
Afixado por Soledade em junho 5, 2004 08:45 PMFoi uma honra ter escoltado a foto do Manuel, com um dos teus belíssimos poemas...
Um abraço e continuação de otima actividade poética...
Morfeu
Sol, gosto tanto de teus poemas! Você não tem um livro editado? E se tem, como consegui-lo? É bom demais ler o que você faz (poesia, eu acho, não se escreve, se faz, como se fosse um cesto, um quadro ou uma trama colorida...). Um beijo grande por sobre o mar.
Afixado por adelaide em junho 5, 2004 11:16 PMbelo exercício poético de quem solta a inspiração em cima dos pequenos nadas, que assim ganham a dimensão do sonho. bom domingo. C.
Afixado por peres feio em junho 6, 2004 10:52 AMMorfeu, acho que os nossos dois poemas ficaram muito felizes de estarem sob a lua da mansarda :-)
Para ti também, continuação de óptima actividade poético-fotográfica. E longa vida ao anomalias.
A beleza do simples e eterno feita poema! Um abraço
Afixado por Sara Xavier em junho 6, 2004 11:18 AMAdelaide, tenho sido muito preguiçosa e sou demasiado bicho do mato. Vamos ver que os amigos ainda me dão volta à cabeça e eu meto mãos à obra de pensar num livro :-) Mas publiquei numa colectânea. Eu faço-lha chegar.
Beijo deste outro lado do planeta.
A vida é feita de nadas, já dizia aquele poeta de quem eu gosto pouco, mas desse poema em particular, e de mais dois ou três, até gosto muito. Um bom domingo, Carlos.
Afixado por Soledade em junho 6, 2004 11:25 AMUm abraço para a minha amiga Sara, que está no seu pequeno e invejável paraíso :-) E obrigada.
Afixado por Soledade em junho 6, 2004 11:26 AMPara quem não saiba: a tal colectânea chama-se Quatro Poetas da Net...
Afixado por amélia em junho 6, 2004 11:37 AMAmélia, o teu sentido de precisão :-) OK, amiga, beijinho, agora vou pró sol lá de fora.
Afixado por Soledade em junho 6, 2004 02:26 PMGostei muito so poema, Sol. Ainda mais por ter vento. Fica muito, muito bem, é Bonito.
Bjs.
Pois é, o vento:-) Obrigada, Luís.
Afixado por Soledade em junho 6, 2004 09:14 PMVamos a ver se cabe aqui:
Ah, não mais ter a consciência de ser, como uma pedra, como uma planta! Não recordar sequer o nome! Estendidos na erva, com as mãos cruzadas na nuca, olhar no céu azul as nuvens brancas que pairam, deslumbrantes, inchadas de sol; ouvir o vento que soa lá em cima, entre os castanheiros, do bosque com um fragor de mar.
Nuvens e vento.
O que disse? Ai de mim, ai de mim. Nuvens? Vento? E não lhe parece que é tudo, olhar e reconhecer que aquilo que paira no azul interminável e vazio são nuvens? A nuvem sabe porventura que existe? Nem a árvore nem a pedra, que se ignoram até a si mesmas, sabem que a nuvem existe; e estão sós."
Luigi Pirandello
in blogue http://www.theresonly1alice.blogspot.com/
Amélia, quanto vento! E foste roubar o Pirandello à Alice?! :-)) É um texto tão bonito, de antigos intemporais verões.
Afixado por Soledade em junho 7, 2004 11:58 AMImpossível não comentar o teu talento. estes poemas que unem traços do cotidiano, da infância, para refletir hoje. Um encanto, este poema. Poema de silêncios. Beijo
Afixado por eugênia em junho 7, 2004 03:51 PMEugénia, aqui eu digo só: obrigada, amiga.
Afixado por Soledade em junho 7, 2004 09:05 PMQue dizer do poema? Nada. Só lê-lo ou ouvi-lo o não reduz.
Afixado por Nuno em junho 7, 2004 10:02 PMObrigada, Nuno.
Afixado por Soledade em junho 8, 2004 12:19 AM