Eis um poema espantoso! Para além da sua beleza intrínsseca, é o assunto sobre o qual versa, que admiro. Pouco tenho lido sobre algo tão pessoal como o processo criativo, a necessidade de nos rodearmos e alhearmos, no e fora do sonho, do quotidiano.
Parabéns pelo lindo poema e belíssima imagem, Carlos.
Um abraço.
ao Poeta agradeço esta íntima e contida reflexão. Imagem fabulosa.
Dia bom.
"Crias no momento em que te envolves na poesia e tremes internamente":)))Linda imagem:-)
Afixado por wind em junho 9, 2004 09:03 PMUm belo poema, como um corpo perfeito saído da sua própria génese.
Afixado por mb em junho 10, 2004 09:12 AMDepurado, este poema. Belo!
bj, bom feriado
Eu não me canso da estética tão sóbria, quase minimalista dos teus poemas. Tu sabes fugir ao lugar comum, ao exarcebar de sentimentos, a todas as armadilhas que a poesia nos estende. E no momento fatal a poesia sai-te da mão, assim. Gostava sinceramente de ver um livro teu publicado. Bjs
Afixado por lique em junho 10, 2004 11:59 AM
Foi acidentelmnte, muito acidentelmente mesmo que te li... Como pude até hoje ignorar um tão belo espaço de poesia? Este é o perfeito lugar de criação, sim. Usas como eu a imagem, a pintura como motivo de escrita. Mas a verdadeira razão é o sentido estético que emprestas às coisas da vida e te sai em catadupa de palvras... Gostei de todos os poemas. Simplesmente belos. "O espanto"... traduziste tão bem a ideia da nossa dissolução... não a dos átomos, mas memória de nós... Adorei, Carlos.
Obrigada também pela tua vista.
gostei.
bfs
Perante um poema destes fico sem palavra e digo apenas a banalidade do - gostei muito!
Afixado por Sara Xavier em junho 13, 2004 01:15 PMBonito poema :-)
Afixado por Cristina em junho 13, 2004 08:08 PMOlá amigo Carlos.Linda imagem,gosto especialmente do "jogo" de luzes.Sim amigo, a ti a poesia também te sai da mão enão só...da alma também ;).Um beijinho grande
Afixado por Lara em junho 14, 2004 07:42 AMuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
apetece brincar aos fantasmas mesta casa.