Sem arriscar nenhuma análise, agrada-me bastante o carácter impressionista do texto, o acumular de sentidos, distintos, a noção de tempo dinâmico (vertiginoso, sobreposto), impondo a presença ubíqua, e o degradé progressivo (infelizmente abrupto, infelizmente porque gostaria que o texto fosse mais longo) do naturalismo ao pós-modernismo. Sempre impregnado em simbolismo. E era exactamente este último que gostaria que me explicasse um pouco. Quanto à sua escrita no geral, invejo-a (positivamente, como incentivo) pela sua fluidez e versatilidade.
Um abraço
Bruno Amaral
Afixado por BMA em junho 15, 2004 11:00 AM