Como são verdadeiras essas palavras em todo o tempo ameaçadas irrealidade, caducidade ou ilegalidade!
Louvamemos a arte, a ciência e o trabalho, deixemo-los falar silenciousando no ventre da cegueira mais contaminada de imediatismo, no fundo da mais difícil depressão - à tona de todas as limitações, de todos os cansaços, de todas as derrotas, de todas as angústias, de todos os medos, - sempre se elevará, singela, inextinguível, sempre renovada, a marca da mais legitimadora das forças, o amor em sua luz própria.
Os amantes existirão sempre, por mais diferentes que sejam as formas de amar...
Tenho vos visitado, mas não tenho colocado comentários. O vosso trabalho continua muito bonito e interessante. Força
Dito por O parolo no dia 14 de junho 2004, às 11h30