A terra que está dentro de nós, que faz crescer e germinar saudades de cada vez que partimos, querendo ficar.
Afixado por MG em junho 18, 2004 10:34 AMsabes como gosto destes poemas de regresso ao humus criador...
Afixado por amelia em junho 18, 2004 12:35 PMuma delícia, este poema, declaração de amor ao tempo, ao lugar, à circunstância.
Beijo
fora de Lisboa, tentarei ouvir a cotovia também
c.
Muito, muito bonito!
Bom fim-de-semana!
Riba côa anda longe de mim. necessidade de ver , de ouvir fizeste crecer em mim.
beijos Sol.
É, Manuel, a terra está dentro de nós. E talvez só aí. Olha, passei perto da tua aldeia ancestral, no fim de semana:-)
Afixado por Soledade em junho 19, 2004 12:24 PMSei, Amélia, obrigada.
Afixado por Soledade em junho 19, 2004 12:24 PMEugênia, é fácil, este amor. A terra deixa-se amar e nunca é perjura. Eu sou - muito - o que esse tempo e esse lugar fizeram de mim.
Afixado por Soledade em junho 19, 2004 12:27 PMEste ano há muitos pássaros, até em Lisboa, e estou certa de que os ouvirás, Carlos - se prestares atenção.
Afixado por Soledade em junho 19, 2004 12:28 PMObrigada, Margarida. REtribuo votos de belo fim de semana.
Afixado por Soledade em junho 19, 2004 12:29 PMLouise, também és daqueles sítios? Não me digas? Ou por outra: diz, se és, tens de me dizer! :-)
Afixado por Soledade em junho 19, 2004 12:30 PMNão se tratando de locais próximos, reconheço o que escreveste, nas minhas memórias de infância.
Bjs, Sol.
"Sol" quando puderes visita-me...
Um abraço.
Podias ter trazido um bocadinho para matar saudades:)))
Afixado por MG em junho 20, 2004 02:27 PMAh, esse poema, o canto da cotovia a que outra responde. Salvo erro era em Junho, há muito tempo.
Afixado por Nuno em junho 20, 2004 07:18 PME como é que eu te trazia um bocadinho, Manuel? Uma foto? Podia ser, mas estou sem máquina. Cheirava bem, por lá, a maias e rosmaninho :-)
Afixado por Soledade em junho 20, 2004 07:32 PMAinda bem, Luís. Escrevemos para partilhar.
Afixado por Soledade em junho 20, 2004 07:33 PMVou visitar-te, sim, "O parolo". E não há outro nome que se te possa chamar?
Afixado por Soledade em junho 20, 2004 07:34 PMSim, Nuno, em Junho, uma cotovia a que outra respondeu. Num tempo mais límpido. Abraço
Afixado por Soledade em junho 20, 2004 07:37 PMO encanto deste poema transportou-me no espaço e no tempo até aos meus passeios na Serra da Lousã.
Afixado por Helena em junho 20, 2004 09:24 PMBem bonita, a serra da Lousã, Helena. Estive lá há pouco tempo, deambulando por Góis.
Afixado por Soledade em junho 21, 2004 11:20 AMMesmo atrasado, não me calo.Pelas beiras interiores,bastantes trabalhos passei,à mistura de boas alegrias.Os trabalhos,já os esqueci;deram lugar aos afectos:ainda neste último fim de semana, por lá andei.Mesmo com nuvens no céu, o "Sol" é lindo.
Afixado por zef em junho 21, 2004 10:43 PMZef, e já descobriu onde fica Pasárgada? Obrigada pela amabilidade.
Afixado por Soledade em junho 22, 2004 06:08 PMÉ o espanto, mais do que tudo o resto, que me traz aqui todas as vezes... faço do nocturno com gatos um pequeno café onde ficar ao longo destas tardes solitárias de Verão, e encontro sempre qualquer coisa com que me maravilhar. Só para que saiba que por aqui passo. Comento este delicioso (feliz escolha de palavras de Eugênia) poema, reminiscência de uma terra que não é a minha, mas é também, em tantos aspectos, em todos eles, arrisco, até...
Que bonito momento, este... que poema fantástico!
Afixado por groze em junho 24, 2004 12:35 AMGroze, é sempre uma alegria ter notícias tuas aqui. Vou também lendo, e com admiração, já sabes, a tua escrita, nas visitas ao lonely gigolo e ao ossa et cinera. É bom. Faz-me sentir mais confiante no futuro. Um abraço para ti.
Afixado por Soledade em junho 25, 2004 03:45 AM