Tão sóbria, tão "depurado" (como diz uma amiga minha!), tão cheio do que na realidade é profundo!
Um abraço
Afixado por Sara Xavier em junho 14, 2004 12:32 PMSomos nós, aqui chegadas, a este nosso tempo. Beijinho, Sara, amiga valente.
Afixado por Soledade em junho 14, 2004 01:33 PMEncontrei uma porta no Coceanus-Ocidentalis, resolvi enveredar por ela, mesmo sem licença pedir, embora não seja o meu costume, visto que o título do blog me chamou a atenção: nele havia a palavra gato. Adoro gatos, embora deteste quando estes vêm aninhar-se em meu peito, miando feito loucos, que é o que me acontece no inverno. Em outras palavras, não gosto quando o meu peito fica como que cheio de gatos, quando a bronquite me ataca. Só gosto dos gatos de verdade. Mas isso não é um tratado sobre gatos e bronquites, é um comentário sobre o seu blog que é demais. Pô, meu (falando como paulistano, acho que fiz a maior confusão!!! Parabéns.
Afixado por Graças em junho 14, 2004 01:42 PMQue direi? estou ainda a interiorizar tanto que aqui está...retomo, para não variar, o tal «adjectivo»:Gostei!
Afixado por amélia em junho 14, 2004 02:52 PMAmiga Soledade,
Como me revejo nas tuas palavras ... "prazer morno encurta os dias". Como diz a Sara, profundo e "depurado".
Beijinhos
Não acredito que seja assim, atingir o desencanto, e ficar chorando tempos idos, porquê?
"Prazer morno encurta os dias"... prazer quente prolonga as noites.
O domínio das palavras e essa contenção da beleza que você consegue, Sol, são verdadeiras lições de poesia. Obrigada por esses poemas, querida. Um beijo.
Afixado por adelaide amorim em junho 14, 2004 08:09 PMGraças, tem um nome muito bonito. E é bem vinda ao Nocturno, onde todos gatos são benquistos, excepto os da bronquite. Espero que passe um bom inverno :-)
Afixado por Soledade em junho 14, 2004 10:34 PMObrigada, Amélia, esse é um adjectivo bem catita :-))
Afixado por Soledade em junho 14, 2004 10:38 PMThelma, é bom ver-te aqui. E à Adelaide, sempre tão gentil. É boa esta partilha. Obrigada e um beijo às duas.
Afixado por Soledade em junho 14, 2004 10:51 PMManuel, o desencanto é relativo. E trata-se apenas de um poema. Sendo um poema honesto, não deixa de ser um exercício de máscaras também. Registo e agradeço a tua opinião.
Afixado por Soledade em junho 14, 2004 10:58 PMah, que beleza!
beijo por ele.
Sara Xavier consegui alcançar com palavras a essencia do poema. Mais não posso dizer, agora. Existe uma palavra em inglês; 'exquisite', que se lhe apropria.
Bj, Sol.
Olá, Márcia. Saudades :-)
Afixado por Soledade em junho 15, 2004 08:18 PMLuís, é engraçado referires a Sara, ela conhece-me bem, e já vão anos de nos lermos uma à outra. Obrigada pela tua apreciação ao poema.
Afixado por Soledade em junho 15, 2004 08:22 PMSoledade,
Visto por outro angulo, o poema é um tiro certeiro.Dos tiros suaves, ditos em voz baixa, mas certeiros.De "Talvez precisasses..." até a reflexão sobre os dias curtos do "prazer morno".
Um belo poema.
Beijos.
Se há-de ser um tiro, que seja "suave", sim. Você entende, Silvia :-)
Afixado por Soledade em junho 18, 2004 12:34 PM