Conselhos sensatos destinados a uma alma em chamas :-). Uma boa noite para ti.
Afixado por Dora em junho 15, 2004 01:05 AMSimbiose perfeita entre este arder e a tela de Tapiès. Gostei muito do poema e gosto muito de Tapiès da grandiosidade das suas telas e dos labirintos das suas leituras.
Afixado por Sara Xavier em junho 15, 2004 11:34 AM'para que entres em lume brando
protegendo as tuas fronteiras
e possas por fim
arder de amor.'
Belo!
Beijo, daqui onde é outono.
Afixado por Márcia em junho 15, 2004 12:51 PMLongos dias passados em 'lugar de criação', Carlos.
Belo poema, belíssima edição. Os quatro últimos versos, são espantosos.
Um abraço.
Um dos aspectos mais surpreendentes e sempre interessante da tua poesia é esta conjunção do lirismo com a tecnologia. Gosto disso. E sorrio com "o incêndio que vai na tua cabeça". É mesmo o melhor lugar para um incêndio dos grandes :-)
Afixado por Soledade em junho 15, 2004 03:41 PMQue lindas palavras para o amor:))) Belo, divino;)
Afixado por wind em junho 15, 2004 03:56 PMLindíssimo!!! Abençoado fogo, aquele que "arde sem se ver"... E é deixá-lo arder... Gostei muito do seu blog e obrigada pela visita ao meu... Um beijo, fique bem...:))
Afixado por maria em junho 15, 2004 05:49 PMVoltei agora mas de casa. É que fiquei com este poema na cabeça. Dá vontade de escrever "Já não há poemas de amor assim", com fogo, com a intensidade do lume, quentes. "Peguei" nas tuas palavras, mas não encontrei outra maneira:))
Afixado por wind em junho 15, 2004 06:41 PMGostei!...
Lembrei-me do trabalho das “portas corta-fogo”!...
Bjs
Que o fogo nos invada e nos queime lentamente... por esse mundo e o outro... lentamente... como se não fossemos mais que cinza no rescaldo do nosso mais profundo ser. Para ti poeta, o pensamento que em mim hoje despertaste.
belíssimo aproveitamento semântico do quotidiano para o poetizar.
Urge o livro!
Olá amigo Carlos.Há que amar...em fogo ou lume brando, mas amar sempre ou não será essa a unica forma de sobrevivermos neste mundo gasto pelo ódio e violência a que assistimos todos os dias? Um beijinho grande
Afixado por Lara em junho 18, 2004 06:22 AMExacto e contido, como é habitual. E no teu poema há exactamente o apelo à contenção, à auto-protecção, para que o "arder de amor" possa ter o significado maior. Acho que este poema diz muito da tua forma de estar na vida. Posso estar enganada, claro... Bjs
Afixado por lique em junho 19, 2004 05:13 PMé raro dar resposta neste espaço – Soledade: faço-o pelo respeito que tenho pela tua poesia e pela forma como fundamentas tuas apreciações
– tive recentes dificuldades em te contactar via “Nocturno”
– sei do menos vulgar que é meter a “ferrugem” na poesia, mas para mim foi toda a vida o escape para ver o azul no cinzento das pirites – obrigado pelo sorriso . fico indeciso sem saber se para a tua cabeça deseje um extintor ou gasolina !
desculpa a brincadeira! – boa semana c.
Amor é fogo que arde sem se ver..... Gostei do teu poema, em chamas. Um beijo
http://bloguedecartas.blogs.sapo.pt/
Carlos, nós não precisamos de "trocar figurinhas", mas fico-te reconhecida. Quanto ao incêndio mental, não sei, talvez deixá-lo lavrar naturalmente :-)) E levas dois sorrisos porque me fizeste rir.
Afixado por Soledade em junho 21, 2004 06:39 PMMais uma visita para ler os poemas do meu pai...
Uma filha orgulhosa!!
Bj =)
estive fora, so hoje posso reler o que tenho em atraso.Interessante tematica para poema. Ultima quadra absolutamente fabulosa. Posso copia-la? Perdao se for abuso, mas estou fascinada.
Afixado por saokalitskaya em junho 24, 2004 03:05 PM