:-)*
É nostálgico e, belo, Sol.
É sempre o misterioso tempo. Obrigada, Luís.
Afixado por Soledade em junho 21, 2004 01:07 PMComo gosto...melancólico e belo- e com esse misterioso pardal singular.
Afixado por amélia em junho 21, 2004 02:00 PMSoledade, solidão, saudade. Passear entre os gatos noturnos traz sempre uma "viagem no feliz", como diria Guimarães Rosa. Mesmo poemas melancólicos podem despertar felicidade: a de revelar a sua beleza. bjs
Afixado por mak em junho 21, 2004 02:59 PMTão nostálgico, quanto belo!
Parabéns!
Um poema daqueles que atravessam a alma, isto é, o corpo todo, que é onde a alma está, que é o que a alma é, que é com que sentimos o poema e o que ele nos evoca, mais ou menos fundamente, conforme o que diga a cada um. Um belo poema, digo, depois desta divagação fisiológica sobre a alma. Por isso se diz alma dilacerada, por similitude com carne dilacerada (creio que há uma figura de estilo que define esta transposição), mas chega. Afinal devia era falar do poema e deixar-me de teorias.
Afixado por Nuno em junho 21, 2004 10:59 PMLindo, Sol! Ficou-me 'cá dentro' o (en)canto desse "pardal singular"...
Afixado por antónio em junho 21, 2004 11:49 PMas faltas geram poemas, e alguma dor transforma-se em bem estar - boa semana c.-
Afixado por peres feio em junho 22, 2004 01:38 AMEntrelaçados o olhar e a emoção, a percepção das coisas . Que no poema afirmam-se nos detalhes. É impressionante este teu talento de combinar tudo isso.
Beijos
Faço um plágio de todas as afirmações anteriores com especial relevo para as da Eugénia.
Já agora, a menina "Sol" recebeu, quiçá, o meu e-mail de há dias com uma proposta de visita?
Ao Luís, à Amélia, à Mak, À Margarida, ao Nuno, ao António, ao Carlos, à Eugênia e à Helena, o meu obrigada - do coração. Conheço-os a quase todos, e a alguns por tê-los encontrado primeiro neste universo virtual da net. Não posso mesmo queixar-me - tenho belos amigos :-)
Helena, não recebi o mail. Passo a pvt em seguida.
Afixado por Soledade em junho 22, 2004 06:17 PMQuero-me pássaro, voar,
Com as minhas asas rasgar
Tristezas e solidão,
Se debaixo de um nevão
As rolas encontrar
Sei que estou a chegar.
Num parapeito vou pousar,
E deixar-me apanhar
Por quem de um amigo precisar
Que bela resposta, Manuel! Ternurenta :-)
Obrigada