Vim acidentalmente.Virei mais vezes , consciente que quero vir.
Afixado por annie hall em junho 24, 2004 12:02 PMPalavras despojadas e concisas, contudo, um poema tão cheio e profundo!
Afixado por Sara Xavier em junho 24, 2004 01:19 PMCarlos que ternura e sensibilidade nestas palavras. Espero sempre ansiosamente que edites algo, mesmo "virtual". É que o teu "virtual" é tão real e tão bonito que nem dá para "reter as lágrimas";) O amor sempre...Belo quadro:) beijos*
Afixado por wind em junho 24, 2004 01:22 PMA poesia em estado de graça. Bela, precisa, concisa, profunda, de leituras multiplas. Bala, uma inspirada escolha. Ao poeta, um beijo pelo indelevel prazer que me proporcionou. E o livro está para breve?
Afixado por saokalitskaya em junho 24, 2004 02:51 PMA tua poesia é tão exacta, tão despojada que faz doer. Sem dúvida que és uma voz com uma marca diferente. Linguagem tecnológica para exprimir amor. Poderá parecer um contrasenso mas resulta forte como um soco ou uma carícia. E espero que para quem te lê deixes de ser virtual e passes a ser página de livro muito real nas nossas mãos. Bjs
Afixado por lique em junho 24, 2004 05:14 PMGostei muito, Carlos. Mesmo muito.
Um abraço.
Não sei que dizer perante este registo de lágrimas em ogiva... Valeu a visita...
Afixado por M.P. em junho 25, 2004 08:31 PMNunca nada está resolvido, não é? A vida é uma caixa de surpresas.
Despojado e surpreendente - o poema.