Uma gralha que pode alterar o sentido.
Repito.
Se o Presidente optar por esse caminho, os portugueses compreenderão a sua posição.
Cínico é a palavra que melhor define Durão. Enquanto andou por aí a apoiar Vitorino, diz ele, pode na verdade ter andado a "trabalhar" para ele. A confirmar-se as previsões, Durão bem pode dizer que lhe saiu a "grande". Livra-se airosamente de grandes sarilhos e consegue um "tacho" ao mais alto nível mundial. Ouro sobre azul.
Caro João: de acordo com o seu raciocínio mas não com a conclusão. Descreve bem a situação. Acha que um tal novo governo não-eleito, sem suporte eleitoral (o país está agora mais à esquerda, provou-o há 15 dias apenas) e desagradável para a maioria dos portugueses poderá governar?!
Eu tenho as maiores dúvidas. E por isso entendo que o carácter excepcional desta crise (nunca houve um momento destes) justifica eleições antecipadas. Também não gosto delas e entendo que um governo deve cumprir o mandato até ao fim e submeter-se então ao sufrágio. Mas este é um momento de excepção. Caso contrário será pior a emenda que o soneto.
Parabens pelo blogue, João:)
Apaixonei-me p’la sua camisa
Que rosa e como as rosas se abria
Examinando sua alma em tal pesquisa
Notando que ela mesma me sentia
Com sua classe que mentia na brisa
Que o vento falou em alegoria.
E permiti-me à abstracção de ti
Até contemplar, linda, o quão morri.
albertovelasquez.blogspot.com
Muito mais instável irá ficar o País se efectivamente o Presidente da República aceitar a solução da sucessão e para mais com quem é na assunção ao cargo de 1º. ministro. Caro João se tal acontecer vamos passar a viver a maior constestação social que alguma vez houve memória no pós 25 de Abril, não tenha a mínima dúvida.