santa tereza de ávila...
era mesmo uma relação apaixonada com deus,não?
beijos
... ou sublimada em Deus.
Bjs, Sol.
Um hino ao Amor com inspiração Divina.
Afixado por MG em junho 28, 2004 11:58 AMDigamos que virtualizou o amor sem objecto, que necessitava humanamente de realizar-se, na figura e no corpo de Cristo.
A tradução é muito boa. Como sempre, a escolha é de "mestra" entre os poucos poemas de Teresa de Ávila que sobraram (o que é bem diferente do habitual "que chegaram até nós". Muitos devem ter desaparecido pela censura eclesiástica e pela auto-censura que dela advinha. Digo isto, porque se sumiu quase tudo o que era de escrita pessoal sem relação, directa ou indirecta, com a Igreja Católica).
Afixado por Nuno em junho 28, 2004 12:04 PMSei de quem escreveu belos poemas sobre a santa...:)- espero que um dia saia esse livro...
Bem, mas interrompo só para dizer que dentro de 3 visitas terás alcançado 8000 visitas, Soledade...:)Parabéns!
Afixado por amelia pais em junho 28, 2004 01:48 PMSou a visitante nº8003!
28.06,04 pelas 14:55
Sou a visitante nº8003!
28.06,04 pelas 14:55
Teresa d'Ávila, João da Cruz, Salomão e Camões estão nos céus.Nós também para lá iremos, quer levados por amores místicos,quer sublimados por humores, suores e uniões do sétimo céu.
Qual é o meu número de visitante?
Teresa de Ávila é de facto esta entrega, esta exaltação. Paixão sem objecto, figurada ou sublimada em deus? Talvez. Mas paixão. E das palavras também: "Com palavras amo."
Além de lhe admirar a poesia, simpatizo com esta mulher ardente e controversa, a que dizia que na Andaluzia os diabos eram mais agudos. Concordo com ela. E, tal como o Nuno, muito gostaria de poder ler as cartas e demais textos sonegados, censurados.
De acordo também com o amigo Zeferino quando junta na mesma frase Teresa, João da Cruz, Salomão e Camões. Eles estão no céu, seguramente, esse maravilhoso quarteto, assim como todos os que se transcenderam pelo amor e seu canto. "Nós também para lá iremos"? Confiemos merecê-lo :-)
Amélia, também gostaria de ver publicado o livro dos sonetos à santa. Dá aí uma ferroada ao poeta :-)
Foste a visitante nº 8003. Obrigada, amiga, por essa constância e também pela tua alegria.
Zeferino, não sei qual o seu número de visitante: é olhar para o contador, aí no lado direito, quando abre a página.
Eugênia, Luís, Manuel, Nuno, Amélia, Zef, obrigada a todos pela visita e pelos vossos comentários que enriquecem este blogue.
Afixado por Soledade em junho 28, 2004 10:27 PMJá tudo foi dito sobre este poema...
É simplesmente belo!
Olá, Margarida. Fico contente por gostar.
Afixado por Soledade em junho 29, 2004 07:20 PM