O exercício de fazer vingar em nós a força, pode ser o mais difícil, mas é, por isso mesmo, o mais estimulante, o que mais nos desafia e faz enfrentar naquela que é a relação que estabelecemos connosco e com os outros. Esse exercício de fazer vingar a força poderá tb ser um despertar nosso para o que e quem está à nossa volta, no sentido de nos apercebermos o que e quem realmente é, naquele que é um contexto de especificidade.
Pelo que tal exercício pode ser de reflexo da capacidade de superação de nós, há que concebê-lo da melhor forma possível, vivê-lo incondicionalmente e, dessa forma, ganhar resistências e produzir anticorpos para presentes-futuros pesados de riscos e fragilidades.
Retenhamos o que pode servir como aprendizagem.
Transformemos as recordações em sorrisos interiores e exteriores permanentes.
Conservemos a memória num estado de brilhantismo pelo contacto permanente que nos permite ter com quem, também e particularmente, nos deu momentos acrescidos de vida, fazendo com que esta fosse mais ampla e plenamente.
O vazio a que te referes chama-se saudade e esta sim é difícil de superar, aliás, nunca será superada; com o passar do tempo, as lágrimas darão lugar a um sorriso, o qual permanecerá para sempre no coração daqueles que amam...
Afixado por Teresa em junho 30, 2004 11:38 AMObrigado por mesmo agora saberes arranjar um cantinho, para a poesia. É brutalmente triste, mas há muita mais gente a passar ou que passou pelo mesmo, e estas palavras que poderão ser tristes para muitos, para outros são muito encorajadoras e muito positivas.
Força nisso.
Este poema não me sai da cabeça. Vai fazer para sempre parte o meu manual de sobrevivência. Mais uma vez obrigado por partilhares este momento tão íntimo.
Afixado por Joao da Cal em junho 30, 2004 04:06 PM"what can i give back to god for this blessings?"
Força!
Afixado por Golfinho em julho 2, 2004 03:32 AM