Incrível este poema. Os 2 últimos versos estão simplesmente geniais de um apanhado de todo o poema. A provinciana precisa do homem dela, mas não é só disso. E o resto? Troca muitas vezes quem ama, por alguém que (aparentemente) é o braço forte. O pior é que não são só as provincianas que fazem isto. Poema com 20 anos, mas actualíssimo. A neve e o deserto que coisas tão antagónicas. Linda a imagem de rodin. E desculpa a liberdade, (caindo no lugar comum), linda a tua sensibilidade. E fizeste-me fazer um "testamento":) bjs*
Afixado por wind em junho 30, 2004 11:36 PMBelo!
Afixado por adesse em junho 30, 2004 11:50 PMLindo!
Afixado por Betty em julho 1, 2004 12:01 PMHomem imprevisível! Amor de provinciana? Não será amor de qualquer mulher quando se dedica de mais "por vezes a quem não deve?". Todos temos um pouco de provincianos em nós. Mas há uma certa ligação à terra, às forças da natureza que de facto é mais provinciana que citadina. Ao pores a escultura de Rodin, lembraste-te de Camille ? Bjs
Afixado por lique em julho 1, 2004 12:54 PMBem, Carlos... o teu ano de 1984, foi magnífico.
É portentosa, este tua edição.
Um abraço.
Quadras rimadas, desta vez - gostei. Essa feminina ingenuidade (tenho um amigo que lhe chama romantismo e diz ser a única fraqueza das mulheres, e talvez ele tenha razão) não é de facto exclusiva das provincianas, mas elas encarnam-na muito bem, ao menos como cliché. Até o rosado do mármore, e a touca da Camille :-)
Afixado por Soledade em julho 2, 2004 06:27 PMCom este texto, senti necessidade de (re)ler os poemas de cpf de acordo com a cronologia dos mesmos.
Interessante percurso!
Encantador, como diz a Márcia, este de 1984.
Beijo meu
M.