"Naquela casa, aprendemos [...] que os poetas eram todos uns personagens extraordinários, que apareciam a horas imprevistas e diziam coisas surpreendentes."
Miguel Sousa Tavares, Público 12 de Junho de 1999
Afixado por mariamar em julho 3, 2004 10:41 AM"Não se perdeu nenhuma coisa em mim./Continuam as noites e os poentes/Que escorreram na casa e no jardim,/Continuam as vozes diferentes/Que intactas no meu ser estão suspensas./Trago o terror e trago a claridade,/E através de todas as presenças/Caminho para a única unidade." Hoje tinham que ser palavras dela. Bjs
Ah Carlos, não tivesse vc me falado e nem saberia dessa tristeza
vou reler algumas Sophias que tenho e guardar as tuas
beijos de saudades
maria
"Porque" é o meu poema preferido de Sophia de Mello Breyner. Não morreu, estará sempre connosco. Choro...
Afixado por wind em julho 3, 2004 03:31 PM
Execelente hoemengam, tio.
Um beijo
" (...) Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar (...)"
Singela homenagem, Carlos.
Um abraço.
Linda Sophia!
Afixado por Betty em julho 5, 2004 03:35 PMTambém deixei um poema da Sophia no meu blogue. Um beijo
Afixado por atuaLolita em julho 5, 2004 11:20 PMSophia, a sabedoria e a luz em que as palavras são as coisas nomeadas. Bela homenagem, Carlos, em 99, ano do Prémio Camões. E agora, que a voz se foi. Mas não a luz que guia.
Afixado por Soledade em julho 6, 2004 12:56 AM