Comentários: Bilhete postal

O poema é lindo. Vc sabe que nem sempre a beleza é serena, é tb selvagem.

Afixado por Mak em julho 6, 2004 09:01 PM

versos soltos, ligeiros bonitos...gosto - c.

Afixado por peres feio em julho 6, 2004 09:39 PM

Como sempre...lindo!

Afixado por Margarida em julho 6, 2004 09:45 PM

Belíssimo, o poema. No entanto, fazendo algo que não costumo fazer, eu diria que : sempre há uma sombra nossa na face das coisas. Porque são nossos olhos que olham. Por isso também, tudo arde ...
Beijos

Afixado por eugênia em julho 7, 2004 08:19 AM

Certo, mak, a beleza vem também selvagem e esquiva. A graça (e a angústia) do jogo é "cativá-la". Beijo para micropolis

Afixado por Soledade em julho 7, 2004 10:53 AM

Margarida, Carlos, muito obrigada aos dois

Afixado por Soledade em julho 7, 2004 10:54 AM

Eugênia, o seu comentário lembrou-me de um verso do MB que diz "somos estranhos no nosso próprio mundo". Há também essa percepção aqui, a de que somos fugazes e acessórios. Mas este poema vai noutro sentido - o dos rituais da espera e, portanto, da esperança.
Tem razão: o mundo arde connosco, ao menos na nossa consciência dele. E como talvez não exista mundo para lá da nossa percepção e consciência... :-)

Afixado por Soledade em julho 7, 2004 11:04 AM

"somos filhos do instante. E no entanto
que longos me vão os dias. "

Tão verdadeiramente certo!

Grande abraço

Afixado por Sara Xavier em julho 7, 2004 01:32 PM

Sara, acho que andamos todos muito à volta do Tempo; ultimamente; e outra vez.

Afixado por Soledade em julho 7, 2004 06:42 PM

...e eu já disse noutro lado: que bem me soube ler-te em mais um poema destes, tão bonito:)

Afixado por amelia em julho 7, 2004 07:39 PM

É bom também ter-te de regresso, com pc agora ok :)

Afixado por Soledade em julho 7, 2004 07:57 PM

Também gostei. o "gesto" da raposa pôs-me no deserto, onde a raposa tem também os seus ritos, através dos quais "as coisas se cativam", e um grande "segredo":"é muito simples:só se vê bem com o coração". Bem haja a Soledade que me levou e olhar outra vez para "O Princepezinho".

Afixado por zef em julho 7, 2004 08:12 PM

Soledade, é com crescente interesse que venho acompanhando a sua poesia. Violentamente belo, este reflexo da dor do Tempo.

Afixado por Astrophil em julho 7, 2004 08:18 PM

somos filhos do instante, carentes de afagos que nos fogem. Gostei. Parabéns.

Afixado por Anjo élico em julho 7, 2004 10:32 PM

Sol, não imagina qto gostei do poema. Mandei a vários amigos no Brasil. E gostaria de publicar no meu blog, deixa?

Afixado por mak em julho 8, 2004 12:49 AM

Nunca gostei de raposas, os animais e aquilo que se "apanhava" na escola - apesar de tudo, as que eu "apanhei" foram merecidas... e divertidas, porque, graças a elas, pude desviar-me para bem melhores portos da vida. Mas o seu poema fez-me gostar delas, por uma vez que seja. Quem escreveu antes de mim, disse que é um poema lindo. Eu partilho, embora não seja original :). E espero que no Outono ou mais para a frente se organize uma sessão para se ler e ouvir os seus poemas. Afinal, as distâncias geográficas em Portugal são bem pequenas. Muito obrigado pelo seu blogue; ele cheira a alfazema e mostra-me as flores dos jacarandás, árvore que eu gosto muito.

Afixado por Rogério Santos em julho 8, 2004 09:15 AM

Fizeram-me sorrir as leituras dessa raposa esquiva que aparece desagarrada nos últimos versos:-)
O Zef lembrou-se do Principezinho, o que estava também na minha ideia - pois poucas alegorias haverá tão bonitas acerca dos afectos, da sua importância na vida e dos seus rituais. Muito obrigada, Zef.

Afixado por Soledade em julho 8, 2004 11:06 AM

Astrophil, fico contente por ter leitores da tua geração, contente pela tua apreciação. E, como dizia outro dia ao Groze, ler os teus poemas, dá-me mais confiança no futuro. Obrigada :-)

Afixado por Soledade em julho 8, 2004 11:08 AM

Muito obrigada, Anjo élico. Um abraço

Afixado por Soledade em julho 8, 2004 11:09 AM

Mak, claro! Eu é que lhe agradeço por me incluir na sua micro (não tão micro) polis.

Afixado por Soledade em julho 8, 2004 11:11 AM

Rogério - essas outras raposas! Eu nunca apanhei nenhuma, e talvez me tivesse feito bem. Como diz o Borges, «Se eu pudesse viver novamente a minha vida/Na próxima trataria de cometer mais erros».
Obrigada pelos jacarandás e cheiro a alfazema:-)
Prometo pensar nessa tertúlia.

Afixado por Soledade em julho 8, 2004 11:15 AM

Se houver a tal tertúlia, que seja onde cheire,também, ao rosmaninho e às estevas.Sabemos onde estão esses cheirinhos. Prometo uma garrafita do "Praça Velha" da Adega do Fundão...
Lá atrás,queria escrever "Principezinho".Perdão!

Afixado por zef em julho 8, 2004 01:22 PM

Sim, sabemos muito bem onde cheira a rosmaninho. "Praça Velha"? Começo a sentir-me a raposa... na armadilha :-)

Afixado por Soledade em julho 8, 2004 07:42 PM

Essa raposa que desceu das terras altas me encanta e cativa. Pelo meu olhar, nela reside a beleza e o 'segredo' do poema.
Um beijo daqui, Sol.

Afixado por Márcia em julho 8, 2004 09:05 PM

Márcia, esta raposa deve ser especial, só pode:)
Beijo daqui

Afixado por Soledade em julho 8, 2004 11:03 PM

Não sei o que te acontece quando a tua poesia nasce...eu,quando as palavras de algures saem, sinto um enorme prazer...tu olhas e relês as tuas palavras? E como sentes o momento do seu aparecer? Escreves e sentes muito bem Soledade...
Morfeu

Afixado por morfeu em julho 8, 2004 11:19 PM

São perguntas difíceis, Morfeu. Há o prazer da criação. E a necessidade. E o lado lúdico. E a maldição. Às vezes magoa, outras é só o júbilo. Releio, sim, e refaço, raramente um poema me satisfaz à 1ª. Obrigada :-)

Afixado por Soledade em julho 9, 2004 12:18 AM

gostei muito e tomei de liberdade de publicá-lo no meu blog:

http://papelderascunho.blogspot.com

virna

Afixado por virna em julho 11, 2004 04:21 AM

Virna, muito obrigada, creio foi uma amiga comum que lho enviou. Assim fiquei eu a ganhar de várias formas, também por conhecer o Papel de Rascunho.

Afixado por soledade em julho 11, 2004 05:39 PM