Crucificado em si mesmo, penso. Porventura, poderá não ser o teu sentir, o algemar dos sentidos, do pensamento.
Gostei muito, Carlos.
Um abraço.
Poema escrito com raiva e com as palavras que sentimos quando a temos. bjs
Afixado por wind em julho 6, 2004 07:30 PM
para LE: deves saber que os comentários ajudam quem escreve, a compreender melhor o que escreve – tens sido o exemplo da ajuda e do estimulo – um forte abraço – c.
Gosto do poema - acho que traduz surpreendentemente os ademanes e a garra metálica e ardente da raiva.
Afixado por Soledade em julho 7, 2004 12:11 AMGostei muito! Outra vez. :)
Afixado por Betty em julho 7, 2004 11:45 AMDecifrar-te não é fácil, não. Tens o teu código, próprio, fechado. É certamente um poema magoado, mas pela raiva de alguém ou pela sua? Como sempre consegues um poema rigoroso, despido e doloroso. Belo, claro. Bjs
Afixado por lique em julho 7, 2004 12:17 PMEntre a raiva e o crucificado as palavras cadenciadas e sincopadas que traduzem a força, o ritmo e ainda o sentimento. Gostei muito.
Afixado por Sara Xavier em julho 7, 2004 04:01 PME o resultado é mais uma admiradora. Saudações calorosas por tão belos textos.
Afixado por Graças em julho 8, 2004 04:02 AMPoderoso e contido. Belo texto.
gosto muito do vosso blog.
Afixado por cândida em julho 29, 2004 01:20 PM