Descobri um blogue excelente:)
Abraço
Movimento-me na tua lucidez
E pouso uma razão emocional
Nos recantos do instinto que não vês
Na linha que separa o bem do mal.
E bravo como Afonso, um dos três
Concretizei desígnio amoral,
E deslizei para o teu coração
E trasladei-o com as minhas mãos.
albertovelasquez.blogspot.com
Casei em "terra alheia", em concelho confinante com o Sabugal, e cumpri o dever de "pagar o vinho" e o prazer de o beber em adequada algazarra; uma espécie de alboroque que, mais que firmar um acordo, significa acolhimento e é sentido de pertença. Assim o entendi e achei bonito.
Afixado por zef em julho 9, 2004 07:18 PMEra um bonito ritual, Zef. E por assim pensar recuperei essa memória e a publiquei aqui. Mas entenda que na década de oitenta, quando o meu irmão casou, "pagar o vinho" era no mínimo invulgar, e de facto houve muita brincadeira familiar à conta disso. Tempos de inocência, e quando "todos estavam vivos".
Afixado por Soledade em julho 10, 2004 02:51 PMObrigada, Alberto.
Afixado por Soledade em julho 10, 2004 02:52 PMÉ pena velhos usos cairem no esquecimento, velhas tradições serem interrompidas... mas esta na Rebolosa ainda continua:)))
Afixado por MG em julho 11, 2004 09:34 PMCusta a crer que o costume persista na Rebolosa, mas se tu o dizes :-)
Afixado por Soledade em julho 12, 2004 11:34 AM