malandro
a inocência da infância que eu sei tu ainda guardas dentro de ti
Olá João
Desculpe ter sido um vouyer nesta sua experiência, mas... foi mais forte que eu, perante tal descrição não consegui deixar de ler até ao fim. Pareceu-me até ouvir os sons... e fiquemos por aqui.
Bela escrita!
A nostalgia, só traduz melancolia, se não ousarmos gritar!
É bom, por vezes, parar e recuar no tempo.
As nossas vivências encerram sempre algo de belo e ao mesmo tempo de misterioso para nós próprios.
Será salutar, poder partilhar com quem nos rodeia, os nossos próprios sentimentos, sem condescendências.
Pois caro João quantas Ernestinas não passaram pela vida de todos nós. E ainda bem que assim foi, porque sem essa experiência não teriamos atingido o conhecimento de que hoje dispomos.
Meu caro João: depois de uma ausência algo substancial, e pela qual peço desde já as minhas desculpas, deparo-me com um texto belo e forte, a remeter-nos a todos/as para as nossas melhores memórias.
A minha, chamava-se Isabel..
Um forte abraço e a renovaçção do pedido de desculpas. Mas tinha atingido um ponto de ruptura no que à exuatão diz respeito.
Abraços fortes e foi bom voltar a visitá-lo
Devo confessar que vim só espreitar pela 1º vez esse teu espaço linkado num blog amigo, quiz espreitar-te e qual espanto o meu... aqui cantam-se saudades. Gostei na verdade amei ler olha meu blog hoje tem um post que é a prenda ao letras ao acaso passa lá.
ps: Eu na sou essa isabellllllllllllll.
sentei-me aqui à espera do novo post ;)
ler-te é sempre uma descoberta
"O que somos hoje é fruto do que passámos e do que fizemos ao longo da vida. Não adianta fugir a essa realidade." Foi algo que escrevi em Maio no blog... acho que aqui se aplica perfeitamente. A nossa infância perseguirá sempre o adulto que há em nós... e o adulto que há em nós recordará sempre a criança que outrora fomos... Gostei do texto. ;) Bjs
A medida quevais ecrevendo eu vou visionando cada cor que o pincel deixa cair na tela, cada som que ecoa no ar... e eu mesma retrocedi no tempo.. Um beijo doce
Oi João, chega a ser belo o teu amor ao que já se foi. É preciso homenagear o tempo numa simbiose perfeita de simultaneidades, a evocar a trilogia, passado , presente, futuro. A fusão de épocas acontece na exaltação de feitos que já se foram, mas que permanecem vivos no exercício da recordação.
Adorei tua visita, assim tive o prazer em ler-te e saber que pensas como eu. Sou movida a saudades também e o que sou hoje é com certeza o resultado do meu passado.
Gostei daqui, de tudo que li e senti.
Um beijinho. Voltarei. e tu voltarás? Assim espero.
Lindo :)
Ah, AH! Mto bem. hum nostalgico e inspirado?