Belo! Flutuar no "vazio" pode ser mau, mas há momentos em que é inevitável;) Há situações na vida que não vemos nada, quem nos rodeia, nem a nós próprios. Nada entra e nada sai..."Flutua-se", sem destino...Linda foto:-) bjs*
Afixado por wind em julho 13, 2004 11:12 PMGosto da marcação rítmica do poema. E do choque "traumático" :-)
Afixado por Soledade em julho 13, 2004 11:58 PMEste poema é daqueles que nos dá um soco cá dentro! Gostei muito.
Afixado por Sara Xavier em julho 14, 2004 09:37 AMPés druídicos, sobre marcas antigas, celtas. Está lindo, este flutuar muito antigo, da consciência de se Ser Homem.
Um abraço, Carlos.
amigas/os - com o PC a arreliar-me (aguardo um prometido software 112) e pouca navegação, aproveito para aqui manifestar o agrado em saber que vos consigo "dizer qualquer coisa" - continuem com a toalha na praia! abraços cpf
Mas é evidente que me consegue "dizer qualquer coisa", por isso sou reincidente ;-))
Apreciei o tom e ritmo deste texto.
(... e o livro?)
Com a toalha na praia?! Essa só se for para rir!
Afixado por Soledade em julho 14, 2004 07:36 PMLindo flutuar de palavras. A foto também é excelente. Linkei-te (palavra estranha, mas pronto...). Espero que não te importes. Bjs :)
Afixado por Betty em julho 15, 2004 03:49 PMbelo, não digo mais nada.
Afixado por Louise em julho 19, 2004 06:50 PM