Provocatório, o poema, com ar de guião cinematográfico, e lembrando os velhos filmes da série B. Até a descrição da mulher me trouxe à ideia um certo um certo Bogart, um certo Marlowe.
Afixado por Soledade em julho 16, 2004 12:13 PMpodem sempre ser mais... sabe sempre bem uma pausa no meio do stress do trabalho para lermos poemas que nos fazem pensar...
bjs
Mónica
Belo poema de amor, que dava para um guião de teatro. Acho que todos já nos sentimos assim, só não o dizemos, ou escrevemos...Gostei da imagem, tão condizente com o que está escrito. bjs*
Afixado por wind em julho 16, 2004 05:08 PMVim reler porque este "bateu" forte, mas mais nada consigo escrever. Se escrevesse expunha-me e não quero. :)
Afixado por wind em julho 16, 2004 09:20 PMgostei muito desse poema. parece um curta-metragem.
Afixado por Márcia em julho 17, 2004 12:09 PMAcompanhei a história, de um fôlego só, buscando não perder nenhuma ação. Que bárbaro!
Afixado por Graças em julho 18, 2004 08:59 PMpodia até ver oque tuas letras quase teimaram em desdenhar.
ai.. de suspirar. sentir e querer mais
adoro suas letras, teus poemas
beijos de enorme saudade
maria
... talvez opereta!
Êxito, de certeza.
Semana excelente.
;-)*
Continuo por aqui quase diariamente. As palavras não me têm saído... simplesmente um beijo de alento ao poeta.
Afixado por texuga em julho 20, 2004 11:11 PMRico é o texto que permite leituras e propostas tao dispares: de guiao cinematografico a opereta... é fantastico! sinto-me nitidamente inclinada para esta ultima leitura, agradou-me o aspecto musical, a dança, o teatral,...
Beijo o poeta.
Bom fds.