Comentários: Barba negra

eu mergulho por aí todos os dias (qd estou em PT), e confesso q a minha indeferença tb já se instalou. os valores mais altos q digo defender, devem-se porq a barriguinha tá cheia, tenho onde dormir, o bolso tem dinheiro, tenho os 5 sentidos felizmente intactos... tornei-me um indigente social.

Afixado por Golfinho em julho 20, 2004 02:23 AM

Estas palavras só poderiam vir de alguém tão sensível como tu. Infelizmente, há muitas pessoas por este mundo fora cujas suas casas é a rua; esta é uma triste realidade em relação à qual ninguém deveria ficar indiferente...

Afixado por Teresa em julho 20, 2004 01:20 PM

Por vezes um sorriso, um pouco de conversa, vale mais que uma moeda...
É um retrato da realidade urbana na qual vivemos e com a qual não sabemos lidar...

Afixado por Anita em julho 20, 2004 10:57 PM

Todos deveriam possuir um minimo de civismo e sensibilidade. praticas não te limitas aos belos discursos, é de louvar.

Afixado por ccc em julho 21, 2004 06:55 PM

De facto, este poema nasceu-me da memória triste de um sem abrigo que vi em Lisboa, junto ao hotel Barcelona onde eu estava... a imagem daquele homem de cabeleira negra como a noite impressionou-me, sobretudo pela forma avida como vasculhava o lixo à procura de algo para comer. Talvez o choque tenha sido maior por ser numa deslocação à capital, onde se apregoa sempre um distanciamento grande a nivel civilizacional em relação ao resto do país... chocou-me... acreditem.

Afixado por D Quixote em julho 22, 2004 08:31 PM

Perante imagens, cenas, vultos deste teor, penso sempre a mesma coisa:
Engraçado, o Guerra Junqueiro continua vivo, não morre nunca mais!

Afixado por Barbant em julho 24, 2004 12:56 AM