Comentários: A ÚLTIMA CARTA A CLARINDA

Guilhermina, aqui, é como uma criança doente antes de adormecer. Ao escrever é como se falasse baixinho, com uma tristeza e uma ternura enormes.
Ela era assim, muito frágil às vezes, muito doce e carinhosa, e ainda mais agora, assim tão debilitada, e pressentindo a morte.

Afixado por isabel millet em julho 28, 2004 03:45 AM

vem a des-proposito da nota mas..queria lembrar a leitura do suplemento de sabado de "Publico" mil folhas a proposito de um colecionador que diz ter as gravções em78 de G.S. e estar disposto a cede-las : http://jornal.publico.pt/publico/2004/07/24/MilFolhas/TLCLASS02.html

Afixado por abel roldão em julho 28, 2004 09:06 PM

Não me parece que seja exactamente correcto o que diz. Trata-se do Engº Hélder de Macedo Sampaio - penso ser a pessoa a quem se refer - que diz ter vários discos de 78 rpm de G Suggia (faltam-lhe 7 dos 22 que ela gravou - e aqui quero fazer um reparo:Suggia parece ter gravado, pelo menos mais um, que não consta da lista do Engº H. de Macedo Sampaio, onde toca uma peça de Paganini - ) Diz aindao Engº H de Macedo Sampaio que tem vários exemplares de alguns discos e que, gostaria muito de os ver editados em CD.
As minhas desculpas se o que eu digo não está de acordo com o referido no Mil Folhas do jornal Público.
De qualquer modo os melhores agradecimentos pela informação

Afixado por vm em julho 28, 2004 11:05 PM

Isso seria fantástico, se se pudessem editar as gravações de Guilhermina Suggia em CD! Acho que devíamos contactar esse senhor e, não sei, talvez procurar uma editora! Com certeza se há-de arranjar uma editora nem que se faça, de início, uma pequena edição.

Afixado por isabel millet em julho 29, 2004 01:04 AM

Hoje, nem de propósito, tive nas mãos a "ultima carta a Clarinda", que o Virgilio aqui divulga tão oportunamente, apenas a poucos dias do aniversário da morte de Guilhermina.
Se esta carta já me comovia, agora ainda me senti mais profundamente tocada, ao segurar nas mãos aquelas folhas em que Guilhermina escreveu apenas a vinte e cinco dias da sua morte, numa letra um bocadinho incerta, e a tinta esborrata-se um pouco em certos sítios onde parecem ter caído lágrimas.

Afixado por isabel millet em julho 29, 2004 01:21 AM