Bravíssimo. Tela de escritos,diante dos/destes olhos
Bj.
Afixado por Eduarda em julho 28, 2004 03:35 AMÉ muito bom estar com as janelas abertas.
Beijo
Daniel
Lindo isso.O Daniel tem razão.Para mim foi um belo começo de dia ler-te.
Afixado por amelia em julho 28, 2004 09:13 AMJá despertei e, lá para onde vou, manterei os pássaros e os silêncios de Alcobaça de mistura com outras músicas e voos.
Afixado por zef em julho 28, 2004 09:51 AMObrigada, Eduarda.
Afixado por Soledade em julho 28, 2004 09:58 AMMesmo com o frio que faz aí em RP? :-)
Um beijo, Daniel
Aproveitemos o fresco enquanto dura, não é, Amélia? Obrigada, amiga.
Afixado por Soledade em julho 28, 2004 10:01 AMDra. Soledade, apesar de ainda não perceber muito de poemas, gostei muito do seu! As imagens que transmite são muito agradáveis e trazem boas recordações dos sitios que descreve... Parabéns, bjs :)
Afixado por Sílvia em julho 28, 2004 10:03 AMBoa(s)viagen(s), amigo Zef. Alegra-me que leve também a garrulhada e os silêncios destas aves.
Afixado por Soledade em julho 28, 2004 10:04 AMSílvia, não me embaraces, chama-me Soledade, sim? Tu percebes de poemas, menina, percebes dos teus, que são bem lindos, e percebes os dos outros. Obrigada pela visita e até mais logo, talvez, (estou de saída para o ecb).
beijinho
Pronto eu trato-a por Soledade, mas não é por falta de respeito, é sim porque pediu ;) Vou continuar a cá vir, o blog é muito interessante. Bjs
Afixado por Sílvia em julho 28, 2004 10:14 AMSílvia, agradeço e prezo muito a tua opinião sobre o Nocturno.
O respeito não é isso, tu bem sabes. De resto, essas convenções têm o seu lugar e tempo. E também me podes chamar sombra11, se te apetecer :-))
Sexta-feira está bem, de manhã ou ao princípio da tarde. Vão de vento em popa as tuas entrevistas. Parabéns!
Afixado por Soledade em julho 28, 2004 03:34 PMThanks =@), agora é só a Sombra11 dar uma revisão, não vá ter muitos erros :) Até Sexta (talvez) e tenha uma boa semana. Bjs
Afixado por Sílvia em julho 28, 2004 04:21 PMLindo poema em que se oferecem coisas tão bonitas a alguém...
Afixado por MG em julho 28, 2004 05:52 PMSoledade: alguns anos de convivência poética, amortecem os sentidos, e fazem esquecer a poeta de grande valor que és – por isso um poema como este tem a virtude de o lembrar, e obrigar a reler vários dos teus versos – a minha pública homenagem. cpf
Afixado por peres feio em julho 28, 2004 09:43 PMCartas a amigos são assim, abrem tds as janelas da casa, do coração. E o poema sb cartas a amigos faz ter saudades dos distantes, a saudade viaja, tvz seja culpa dela que temos medo de ir embora pra sempre. Ah! mas não pontuar tristemente pq o poema é bem lindo.
Afixado por mak em julho 28, 2004 10:38 PMCarlos, lemo-nos quase quotidianamente, habituamo-nos. É bom se ainda te consigo surpreender. A tua opinião importa-me, e tu sabes.
Afixado por Soledade em julho 28, 2004 11:15 PMManuel, obrigada por dizeres que mãos vazias e "sonhos tresmalhados", como diria o Eugénio de Andrade, são coisas bonitas.
Afixado por Soledade em julho 28, 2004 11:31 PMMak, a saudade e a ausência, de que a carta é sinal, ferem, e por isso tecemos os fios que podemos por sobre a distância.Mas não sinto este poema particularmente triste. Há a alegria da dádiva. E talvez os amigos se reencontrem um dia :-)
Afixado por Soledade em julho 28, 2004 11:46 PMNão digas que o canto dos pássaros,a paixão que transparece do sono de Inês e Pedro, a luz de um por do Sol à beira mar, e por fim os sentimentos mais sentidos que nos envolvem o coração, são "mãos vazias e sonhos tresmalhados"
Vejo sim um profundo e sentido afecto.
Tens razão, Manuel, e eu mereci a tua correcção. O poema reelabora de facto um profundo e sentido afecto, como dizes. Não invalida que possa ser tresmalhado, como os animais errantes que nunca encontrarão a segurança. Mas as mãos não estão realmente vazias - vulneráveis, sim, vazias não. Obrigada pela leitura :-)
Afixado por Soledade em julho 29, 2004 12:11 AMeste final é absolutamente espantoso :)
Afixado por Astrophil em julho 29, 2004 02:20 PMDistraído que ando, como quase sempre, não fiz a leitura do poema no dia exacto [bom, eu decretei um período de férias, mas a curiosidade de visitar os meus blogues favoritos é maior do que essa imposição]. Acho muito belo o seu poema. Sublinho apenas "o pequeno país" e o "litoral do coração". Interpreto "o pequeno país" não como o país chamado Portugal mas a sua casa, o seu espaço de vida e reflexão, afinal o seu (da Soledade) país íntimo. E o "litoral do coração" é a janela (ou no seu plural) aberta. E destaco o círculo em volta do poema, o das leitoras e dos leitores. Magnífico! Não conheço outro espaço virtual igual a este. Parabéns.
Afixado por Rogério Santos em julho 29, 2004 06:38 PMAstrophil, alegra-me ter sido capaz de te surpreender. E também ter a tua visita :-)
Afixado por Soledade em julho 29, 2004 09:27 PMRogério, obrigada pela sua leitura, pela adesão ao poema e ao blogue. E pela sua gentileza. Boas férias :-)
Afixado por Soledade em julho 29, 2004 09:56 PMUm carta, um postal de ternuras. Como é que eu não o tinha visto?. É como diz o poema e o Daniel, é bom termos de janelas abertas. Sempre pensei assim ;-).
Gotei muito do poema, Soledade.Muito.
Beijos
Abramos as janelas à ternura, certo, Eugênia? O resto é vida breve que rapidamente nos ultrapassa, como diz um poema seu :-)
Beijo, amiga.
ao ler o poema, tem-se a sensação de uma amizade profunda e delicada. gosto muito dos teus escritos.
um beijo,
virna.
Afixado por virna em julho 31, 2004 10:57 PMAh, Virna, bem-haja :-)
Afixado por Soledade em agosto 1, 2004 04:20 PMvoltar tempos depois numa madrugada fria, e sentir o aconchego dos teus versos...c.
Afixado por peres feio em setembro 15, 2004 01:37 AMÉ belo o teu poema,amiga! Só hoje descobri o teu blog e, confesso, tive um agradável serão...
É pena terem arrancado os plátanos de Alcobaça...