Mas que espiritual...
Afixado por António em julho 30, 2004 03:16 PMGostei deste poema. Diz-me quem é o autor, de que nacionalidade é, quando nasceu...fui ao ggogle, mas sem êxito e queria saber mais.
Afixado por amelia em julho 30, 2004 09:56 PMDepois desta bonita oração, até um ateu pode ir de férias – Para ti, crente, bons banhos nesse Algarve! Bj c.
Afixado por peres feio em julho 31, 2004 10:35 AMNOSSA SENHORA! que belo Poema!
mtas saudades
boas férias!
Fizeste-me recuar muito no tempo, quando a minha mãe à noite comigo deitado, e enquanto não adormecia, me recitava poemas/orações como esta.
Um beijo para ti, e outro para ela lá no Céu onde está.
A mãe de todos nós, de crença ou em simbolismo...mater, matriz, ser fecundo, ternura túmida que nos recolhe...mater, a mãe, a senhora...
Um abraço do Morfeu
"Guarda-o da dor, dá-lhe a alegria,
Para que, junto a ti, sorria."
"Dá-lhe aos olhos pudor bastante
Para visão de teu semblante."
Uma oração para se ser terno de quem já o era - "Bendita sejas, Virgem Pura."
Afixado por Grilos & Company em julho 31, 2004 08:12 PMSurpreendido? :-) Embora não seja crente, gosto muito deste poema, António. É uma oração, mas quanta da boa poesia é religiosa? O Hino ao Sol do Akenaton, o Sermão da Montanha, para não falar, mais recentemente, de João da Cruz ou Teresa de Ávila... Este poema faz-me lembrar o dos dons, de S. Francisco, e os dois de Borges, inspirados no dele. É um poema de amor -desejar, enunciando-o, crendo na divindade materna, ou apenas no poder da palavra, o melhor do mundo para quem amamos. E depois, na tradução de Bandeira, o poema ganha uma candura, uma ternura... Acho-o mesmo lindo!
Afixado por Soledade em julho 31, 2004 08:18 PMAmélia, pouco sei acerca da autora, excepto que se chama Kitty Henrïette Rodolpha Josselin De Jong, que nasceu em Haya, em 1903, que foi poeta e romancista. Integra os poemas traduzidos por Manuel Bandeira, mas a minha edição é omissa quanto a ela.
Afixado por Soledade em julho 31, 2004 08:21 PMVamos todos de férias: crentes, ateus, indiferentes e agnósticos atormentados. Vai ser uma reunião e peras! Ecuménica, tá visto :-)
Afixado por Soledade em julho 31, 2004 08:24 PM"Nossa Senhora" digo eu, Diana! Ainda te ligo antes de ir de férias. Beijinho e saudades
Manuel, alegra-me que o poema te tenha levado a esse tempo e que tenhas tido uma infância assim. É uma dádiva sem preço. Um beijo também para ti, que me comoveste.
Afixado por Soledade em julho 31, 2004 08:33 PMIsso tudo Morfeu. Obrigada pela leitura, pela sensibilidade, pela sintonia. Um abraço para ti também.
Afixado por Soledade em julho 31, 2004 08:34 PMGrilo, uma oração ao grande espírito materno, com algo de canção de embalar, como lembraram MG e Morfeu - pedem-se amorosamente os dons, as dádivas da alegria (no meu imaginário, para uma criança que é sempre um rapazinho). Um mundo de distância em relação ao poema de Bandeira que se segue...
Afixado por Soledade em julho 31, 2004 08:44 PMIndependentemente de crenças, é um poema de ternuras e dos muito bons. Um sorriso, deixa-nos com um sorriso terno.
Beijos