Genial post. De facto é da Basílica da Estrela que quando morrem os "conhecidos" se faz lá a missa. O título está muito bem "captado". Quanto ao resto o poema "fala" por si. bjs
Afixado por wind em agosto 1, 2004 04:38 PMAfirmar o umbigo, o centro simbólico e geográfico de Lisboa na branca Estrela é uma ideia surpreendente. Excelente poema! Para uma basílica que o merece.
Afixado por Soledade em agosto 1, 2004 05:17 PMBelo texto!
Este olhar - especial - despertou-me o desejo de revisitar um local onde há muito não vou. Grata fico.
Férias? Que sejam óptimas!
O ponto central da retoma da alma. Até na morte, somos diferentes, como se o Céu se importasse.
Gostei particularmente da junção do além mar.
Bela visão, Carlos.
Um abraço.
A "alfacinha" gostou muito deste poema e do ponto central!
Afixado por Sara Xavier em agosto 2, 2004 05:00 PMBoas!
E quando teremos os sinos de volta?
Fazem muita falta à Basilica :)
Saudações de Sintra à Basílica da Estrela :)
Afixado por Betty em agosto 3, 2004 05:28 PMO teu olhar é sempre diferente. Visto dessa forma e tendo em conta que de facto a Basílica é o lugar final para a despedida de muitos... Eu nunca me lembraria de fazer da Estrela o centro de Lisboa. Bjs
Afixado por lique em agosto 3, 2004 05:53 PM