E se porventura lhe pegarmos, ele voa, não porque queira fugir realmente, mas por saber que não o sabemos alimentar (dar-lhe amor)... Um * Fairy.
Afixado por Ninagasol em agosto 25, 2004 10:49 PMBelíssimo esse poema. A forma cíclica, que começa e termina com o rouxinol, lhe dá uma força e uma beleza especiais. Parabéns por ele.
E um beijo daqui, do outro lado do mar.
a esperança.
a presença da esperança. como uma carta.
abraço. fairy.
Afixado por João em agosto 26, 2004 12:51 PMbelo*
Afixado por black rose em agosto 26, 2004 02:01 PMOs rouxinois cantam e que bem cantam, Fairy! Infelizmente nem todos os ouvidos os sabem escutar. Mas também quem não escuta, talvez não mereça ouvir. Beijinho.
Afixado por Monalisa em agosto 26, 2004 06:15 PMTambém já me senti assim com alguém e também ela passou "pelos campos como pela vida" apressada, desapaixonada e desenganada... tudo só deu certo quando o rouxinol da minha história decidiu voar para outras bandas. Pensa nisso!
Afixado por Heitor em setembro 1, 2004 10:19 AMOs rouxinóis continuarão a cantar, o mar será sempre azul e nascerão novas Crianças para reconstruir a Humanidade. O teu poema é um grito de desespero, amargura e desencanto. Fizeste-me recordar José Saramago no seu Ensaio sobre A Cegueira.
Está a aguardar pelo retorno da mítica Fénix que renascerá das cinzas.
Mas ainda não é o fim... O Fim é deixar de lutar!
Um Abraço Fraterno,