aparição em cheio - com o viajar dos poetas, são os locais e seus frutos particulares que com isso ganham – nós leitores também – particularmente bonito – bom regresso! bj c.
Afixado por peres feio em setembro 2, 2004 10:40 AMA polpa da alfarroba é adocicada, mas a vagem é adstringente. Nunca entendi o teu gosto de as trincar e depois ficares com a boca toda "encortiçada". Enfim, há maluquinhos para tudo! Sem ofensa, é brincadeira :-)
O poema é bonito, é solar e sensual como o verão. As rimas é que me espantaram.
"eternas serão as tardes" e são-no seguramente estes poemas.
Um abraço
Sara Xavier
Afixado por Sara Xavier em setembro 2, 2004 02:47 PMÉ linda a luz, a frescura e a vida que nos diz. Que nos fique tudo para os invernos compridos.
Bom regresso ao trabalho.
Ensolarado e marítimo, o poemas é exato no sabor de verão. De "tardes eternas". : )
Beijos
"Viajar é perder países", mas também achar ou re-achar países perdidos dentro de nós, gostos de infância. Obrigada, Carlos
Afixado por Soledade em setembro 3, 2004 12:28 PMLuísa, que queres?, adoro trincar o verniz acetinado, terso e brilhante das alfarrobas. As rimas também me espantaram :-)
Afixado por Soledade em setembro 3, 2004 12:31 PMQuando as férias grandes eram eternas, e nós também. A Sara tem cantado o seu mar de infância e sabe-o bem. Também eu este ano resolvi voltar ao mar da infância. Foi bom. Embora nunca se regresse de facto.
Afixado por Soledade em setembro 3, 2004 12:37 PMTive saudades suas, da sua sabedoria, amigo Zef. Guardemos a luz e as pequeninas alegrias de verão para os invernos futuros, sim.
Afixado por Soledade em setembro 3, 2004 12:41 PM"o sabor" do verão - obrigada, minha amiga.
Afixado por Soledade em setembro 3, 2004 12:43 PMSaudades de te ler aqui...que bom estes regressos à casa da infância...
Afixado por amelia em setembro 3, 2004 07:45 PMQue bom o teu regresso, ó viajante :)
Afixado por Soledade em setembro 3, 2004 10:34 PMO cheiro a maresia vem das algas...
Elas lá estão para quem lhes quiser aspirar o aroma...
Como decorreram as tuas férias?
Olá, Manuel. As algas, sim. Também lhes aspiraste o aroma, eu sei. As minhas férias? Foram algo diferentes do costume: poisei:-)
Um abraço
Gosto muito desse poema.
Que bom que voltou, Sol.
Um beijo.
Obrigada, M (Márcia?)
Afixado por Soledade em setembro 6, 2004 06:27 PMbelo poema (diurno) de regresso.
um abraço,
virna.
Obrigada, Virna. AS férias são sempre curtas. UM abraço