Comentários: Colher o tempo

Os locais da infância...Lindo!
Bom fim-de-semana.

Afixado por Margarida em setembro 3, 2004 04:55 PM

É sem dúvida no Verão que a vida toma contornos de bela e inesquecível.
Parabéns pelo texto.
Oféliazinha

Afixado por Ofeliazinha em setembro 3, 2004 07:00 PM

...é isso:

VERÃO

O que há de novo na tarde
Verdadeiramente tarde
Verdadeiramente terna
É este gosto novo de cantar
É esta fome absurda de verão

dizia eu...há 30 anos...:)

Afixado por amelia em setembro 3, 2004 07:49 PM

Belissimo poema, carregado de céu e mar. influencia de férias?

Afixado por MG em setembro 4, 2004 12:34 AM

li, gostei, a estes versos vou voltar - bj c.

Afixado por peres feio em setembro 4, 2004 08:55 AM

Pois é, mas é pelo fim da tarde que começa a dor do regresso(terno?) a casa, que precisa ficar limpa para que o dia acabe terno, sereno, sagrado também.

Afixado por zef em setembro 4, 2004 07:21 PM

(não pode deixar de comentar) "(...)à primeira das terriveis alegrias(...)", porquê a contradição?
Tudo o lembramos é bom,
mesmo que nos traga tristeza
e quiça...um pouco de solidão
ao nosso pobre coração!

Tudo de bom, beijos reguilas :)

Afixado por Sílvia em setembro 4, 2004 09:03 PM

Olá, Margarida. É, os locais das férias da infância, este ano revisitados para lhes dizer adeus.

Afixado por Soledade em setembro 6, 2004 06:31 PM

Ofeliazinha, obrigada. E parabéns também pelo seu blogue.

Afixado por Soledade em setembro 6, 2004 06:32 PM

Tu disseste há 30 anos. A pena é não teres continuado a dizer. Gosto muito deste teu poema. Com o das papoilas e o das algas, é talvez um dos meus preferidos. "Fome absurda de verão"...

Afixado por Soledade em setembro 6, 2004 06:36 PM

Olá, MG, obrigada pela tua apreciação. Sim, as férias, lembranças do céu da infância, carregadinho de estrelas (agora nem tanto) e o apelo intemporal do mar. Tu também sabes como é :-) Um abraço

Afixado por Soledade em setembro 6, 2004 06:39 PM

Obrigada, Carlos. E como foi o teu mar?

Afixado por Soledade em setembro 6, 2004 06:39 PM

Zef, o regresso é terno, sim. O dia deve terminar limpo e sagrado. Tento que assim seja. UM grandfe abraço

Afixado por Soledade em setembro 6, 2004 06:41 PM

Sílvia, obrigada. Prometo falar contigo do poema, mas agora não. Viste-me na entrada. Sabes quantas horas de ECB foram hoje? 9h. Estou cansada. Beijinho

Afixado por Soledade em setembro 6, 2004 06:47 PM

O regresso à claridade do tempo em que o "Sol se punha"? Oxalá. Bj

Afixado por Nuno em setembro 6, 2004 11:46 PM

O verão, sempre o verão, a alegria dos olhos, do corpo ( o corpo parece ser mais corpo no verão). Os verões das memórias. Porque as crianças parecem viver o verão mais verdadeiramente ( se vc me perdoa os vvvs : ). Gostei muito deste poema. Beijos

Afixado por eugênia em setembro 7, 2004 02:34 AM

O verão e o seu apelo ao passado! Belo!

Afixado por hfm em setembro 7, 2004 10:33 AM

Tenha cuidado, olhe que trabalho a mais faz muito mal !!!... Tudo de bom =P

Afixado por Sílvia em setembro 7, 2004 11:54 AM

Existirá em nós um pouco de Ariane: a dança dos labiritos e o choro dos abandonos
(exteriores a nós ou não).
Gostei muito deste poema, Soledade.

Afixado por Astrophil em setembro 7, 2004 01:54 PM

A lembrança da claridade que se foi,Nuno. Mas uma outra claridade talvez, também, ainda, sim. Talvez.

Afixado por Soledade em setembro 7, 2004 07:41 PM

Gosto dos vvv. Olhe: "Move-se brandamente o arvoredo/Leva-lhe o vento a voz que ao vento deita."
beijo :)

Afixado por Soledade em setembro 7, 2004 07:46 PM

hfm, baralhou-me, de início :-) Obrigada e que sejam bem fortes estes Alicerces.

Afixado por Soledade em setembro 7, 2004 07:49 PM

Obrigada, Astrophil. Fico comovida porque tu viste a chave perdida no labirinto, o fio sem solução.

Que se passará em Saliva? Em Ossa et Cinera? inda não vos visitei. Não tardarei.
Um beijo.

Afixado por Soledade em setembro 7, 2004 08:20 PM

"O céu, a terra, o vento sossegado...
As ondas, que se estendem pela areia...
Os peixes, que no mar o sono enfreia...
O nocturno silêncio repousado...

O pescador Aónio, que, deitado
Onde co'o vento a água se meneia,
Chorando, o nome amado em vão nomeia,
Que não pode ser mais que nomeado:

– Ondas – dizia – antes que Amor me mate,
Tornai-me a minha Ninfa, que tão cedo
Me fizestes à morte estar sujeita.

Ninguém lhe fala; o mar de longe bate;
Move-se brandamente o arvoredo;
Leva-lhe o vento a voz, que ao vento deita."


Porque relê-lo não é demais. *


Afixado por Sete-sóis e Astrophil em setembro 8, 2004 12:58 AM

Os dois, juntos?! Que bom! Ah, não é demais, nunca, nunca é demais! Um grande beijo aos dois (adorei esta surpresa, este doce!)

Afixado por Soledade em setembro 8, 2004 01:27 AM

Um poema feliz. Tem algo de contemplativo sobre o passado (que é também como retornar à infância?) mas volta-se para o presente, para ouvir das crianças a algazarra nas "pequenas lanças de alegria".
Bjs,
Virna.

Afixado por virna em setembro 9, 2004 12:48 PM

Virna, pensei o poema como um revisitar do passado, irreconhecível excepto na memória. Mas existem as crianças. Outras. A que fui e as que lembro cresceram ou partiram. Estas outras riem como nós rimos, vivem no presente apenas, e o seu riso trespassa os nossos corações.
Um abraço

Afixado por Soledade em setembro 10, 2004 12:08 AM

Estava à espera de ser a visitanº11 000.Mas ainda está só em 10993...E acho que me fico, para já, por aqui...

Afixado por amélia em setembro 14, 2004 11:01 PM

Amélia, lembras-te de um cão chamado Mutly (não sei se estará bem escrito) de uns desenhos animados chamados "Corridas Loucas"? Davam na tv era eu miúda. Achei graça à tua decepção e ri-me à Mutley: rsrsrsrsrsrs :-)))

Afixado por Soledade em setembro 14, 2004 11:47 PM

Não, não lembro do cão...Mas agora vi que falhei o encontro com o nº mágico das 11000.Pronto, hei-de apanhar brevemente o 12 000 :)

Afixado por amélia em setembro 15, 2004 12:47 PM

Se o blogue durar até lá, amiga. É que tudo o que começa tem um fim, bem sabes. Vamos ver.
beijinho.

Afixado por Soledade em setembro 16, 2004 11:45 AM