Comentários: A verosimilhança da morte

E palavras que não se dizem, morrendo na foz ainda antes de nascer ...:) beijinhos

Afixado por (In)perfeita em setembro 9, 2004 04:00 PM

Barbant,
antes de mais nada: amei!
E, agora, uma dúvida. Há que se ver a morte para crer? Não basta sua notícia?
Beijos,
mariza

Afixado por mariza em setembro 9, 2004 04:08 PM

Oi, nao irei comentar sobre o texto, mas quero te deixar um super beijo carinhoso!!! Já te amo!!!

Afixado por Paula em setembro 9, 2004 04:58 PM

A morte e a ruptura andam de mãos dadas.
Pungente. Como deve ser. Sem retoques.
Parabéns, meu amigo.
Grande abraço,
Mônica

Afixado por Mônica em setembro 9, 2004 07:19 PM

Belíssimo, como sempre.

Um abração do
Zecatelhado

Afixado por Zecatelhado em setembro 11, 2004 09:53 PM

Há mortes que o poema ajuda a chorar. Ainda que estejamos prontos para elas. Há mortos que são fantasmas bem vindos. A quem perguntamos: por que não me avisaste. Todos precisamos tempo.

Afixado por eugênia em setembro 13, 2004 08:15 AM

Depois de "avisaste" no comentário acima, a interrogação fugiu-me. Perdão.

Afixado por eugênia em setembro 13, 2004 08:16 AM

Fiquei, estranhamente, sem palavras...eu, que tenho sempre palavras... e por momentos, saberás bem porquê, senti-me abençoada por poder ter algum tempo, para dizer "Adeus, até um dia..."

Soltou-se a lágrima da que não chora.

Afixado por Cotada em setembro 14, 2004 01:25 AM