Belo texto. Parabéns.
Por entre traços de nostalgia desiludida, a poesia, o acreditar... sempre. Fica-nos um sorriso...
João, que regresso em força!
joão... doce joão.
não direi que é o progresso mas sim o movimento imparável dos tempos.
mas pensa meu amigo.. eu e os da minha geração nem essas recordações poderemos ter. nascemos e crescemos na aldeia do betão.
João, esta é a primeira que visito este teu espaço. Encantou-me o que encontrei aqui, as tuas palavras e a forma como te desenhas e revelas nelas! Quanto a este teu texto, ocorre-me um sublime, dois mundos que se alteram e transformam, um deles fruto da evolução, outro fruto do destino, ou talvez o sejam os dois. Infelizmente o que fica desses dois mundos não é o que desejariamos. Mas um dia tanto num como no outro existiu algo que nos fez felizes, e são essas as recordações que deveremos guardar, viver da mágoa prende-nos ao passado impedindo-nos de crescer, de caminhar! Parabéns pela tua fantástica escrita! Desejo de um excelente fim de semana!
João, a paisagem mudou, o tempo passou, tudo ficou desigual e sem memória. A essência, porém, ficou no seu coração, na lembrança terna de ter vivido numa paisagem tranquila e cheia de vida, de ter amado a terra e as pessoas, de ter sido amado e terrecebido o amor da natureza. São os seus tesouros, que vc terá para sempre. Outros tesouros estão à sua volta, observe bem. Um abraço, João, e tenha um lindo domingo dourado!