Comentários: poema

... e é com os olhos prenhes de azul marítimo que leio este belíssimo texto.
O meu abraço ao poeta.

Afixado por T. em setembro 16, 2004 12:20 PM

com Pessoa aprendi que “o poeta é um fingidor”.
coração mole que sou – que hei-de fazer?
toda a dor me perturba,
deixo, por isso, um beijo solidário
porém, conhecendo, e amando, toda a luz crepuscular,
sei que, ao invés de trazer “o princípio do fim”,
ela pode permitir a verdadeira visão
basta saber olhar!

Bela edição! :-)

Afixado por adesse em setembro 16, 2004 03:15 PM

Belo poema de amor sofrido. Não sei porquê, mas fez-me lembrar o fim do filme "Casablanca". Parvo não é? Há sempre dor no fim porquê, se é o fim? Haja esperança:-) linda imagem bjs*

Afixado por wind em setembro 16, 2004 04:54 PM

Especial para Adesse
– Onde paras, Musa? Ao abandonares o “SUL”, terás partido para Norte? Gosto de saber de ti! Bj c.
Especial para T.
- Bem-vindo(a) – Novos leitores apoiam novos versos – Obrigado pelo azul.
Especial Wind
- Cara Wind – A referência a Casablanca não é parvoíce nenhuma! Também para mim se insere nas imagens e palavras que nos tocam – nessa irmandade somos irmãos – bj c.
Especial para Mão Amiga
- Teres sugerido esta imagem mostra a amizade existente entre nós, Aparecer sob a forma de blog, tem como maior interesse reunir ad doc gente destes interesses – Obrigado. Bj c.
Carlos Peres Feio

Afixado por peres feio em setembro 16, 2004 11:33 PM

Não é por não quereres ouvir, que as coisas deixam de ser ditas ;) Bjs

Afixado por ridufa em setembro 17, 2004 11:49 AM

gostei muito deste poema que traz uma angústia e ao mesmo tempo uma expectativa também, com o fim do domingo.
um abraço,
virna.

Afixado por virna em setembro 17, 2004 09:02 PM

Gostaste da imagem. Folgo em saber. Considera-a a minha leitura do teu poema :-)

Afixado por Mão Amiga em setembro 18, 2004 02:32 AM

Tão belamente triste!

Afixado por HFM em setembro 18, 2004 09:29 AM

de uma indizível melancolia. e que bela imagem, essa escada.
um beijo.

Afixado por Márcia em setembro 18, 2004 08:39 PM

São lindas palavras, por entre os tons quentes e suaves dessa madeira, de tempo aveludada, como a memória que se virá a ter de outros crepúsculos.
Um abraço.

Afixado por LE. em setembro 20, 2004 02:18 PM

Fiquei impressionada com a garra deste poema. Virei aqui mais vezes! :-)

Afixado por Dora em setembro 21, 2004 01:49 AM

Belíssimo o teu poema. E a luz no cimo da escada. Existem sempre outros caminhos, outras opcções. Beijos :)

Afixado por Betty em setembro 22, 2004 12:23 PM

Não acidentalmente, li a sua poesia. Abraços

Afixado por Graças em setembro 25, 2004 04:09 PM

Grata pela visita. Este é um blog que faz parte das minhas visitas rotineiras. Raramente comento mas gosto muito do que por aqui se diz.
Um abraço

Afixado por Cecília em setembro 25, 2004 04:17 PM

Longa a escada se faz, mas ela cumpre a função de chegar ao poema....além da dor e do cabo do Bojador. Palçvras e imagens bem ditas aqui! Voltarei.

Afixado por Katia em setembro 26, 2004 12:59 AM

Onde levarão essas escadas? Mistério, a condizer com o poema.

Afixado por leonor em setembro 28, 2004 02:21 AM