Querido amigo,
Cá estou novamente. Gosto de solilóquios(costumo faze-los dentro de mim)e não só pela narrativa mas, também, pelo ritmo, a sua está saborosa.
Diga-me: quando li senti, além da saudade que permeia todo o conto, também senti como se a narradora estivesse com um nó na garganta.
Contudo, fico na dúvida: foi apenas a minha impressão? Diga-me, está bem?
Grande abraço matutino,
Mônica
A infância é quase tão indestrutível quanto a morte...
Beijos
Retribuindo a visita, com a intenção de agradecer o brilhante comentário deixado sobre meu conto (talvez a crítica haja sido melhor que o texto em si), deparo-me com belo lugar, onde pretendo voltar sempre. E ainda encontro Mônica, uma doce amiga, também por aqui. Grande abraço e muito grato pela deferência...
Afixado por Antonio Carlos em setembro 21, 2004 06:56 PMAs vezes fico triste em saber q td o q estou passando, as amizades, as baladas, os namoricos tudo isso irá passar, restará somente lembranças, mas tbm penso q irei me acostumar com as situçoes e os momentos q virão que agora para mim penso ser rotineiros... mas mesmo assim fico feliz em saber que posso aproveitar ao maximo td o q tenho para q um dia mais tarde, bem mais tarde, possa relatar aos que virão mais a frente!!!
Afixado por Paula em setembro 22, 2004 04:51 PMEsse é para o beijo!!!!!
Milhões e bem carinhosos pra vc ....
segunda tentativa de comentar... a primeira se perdeu e não consegui salvá-la. Vou tentar reproduzi-lo. O comentário.
É, disse ela. E eu, invejosa de seu conto, gostaria de tê-lo escrito. Gostaria de ter mergulhado na Bruzende daquela vida. Para, quem sabe, experimentar a emoção de regresso e confirmação de minhas raizes. Fincadas num mesmo lugar.
Barbant querido, não me é desconhecida a sensação de assombro que seus textos provocam. Mas, entre todos, existem aqueles que me deixam desconcertada. A trajetória da mulher não me é estranha, mas, ainda assim, a invejo. Porque talvez me falte uma Bruzende. Ou a visão de Juncais e Viariz.
Beijos,
mariza
De uma forma ou de outra, ser feliz sempre é possível. Nem que seja pelo segudo único antes da desaparição.
Um beijo do outro lado do mar.
O que realmente teve "peso" fica para SEMPRE!
Um abração do
Zecatelhado
É, tu dizes. E eu concordo, assim , sem dúvidas. é preciso disponibilidade e coragem. É preciso querer.
Admiro a construção de um texto assim, com a protagonista do sexo feminino, escrito por um homem e sem escorregadelas para o discurso masculino. É raro e difícil isto.
Beijos