uma linha invisível de ternura e das marcas do tempo nas mãos que se enterram no chão.
Afixado por Sara Xavier em setembro 24, 2004 10:35 AMBela homenagam, de belíssimas imagens. A dos pardais, a das mãos que se enterram, sobre o ofício da terra. A asfixia que a palavra não resgata.
Paro por aqui senão acabo por transcrever todo o poema. : )
Beijos
uma saudade terna, encerrada, lindamente, com as mãos na terra do último verso.
um beijo, Sol.
Natural é a morte quando chega no ocaso da vida,natural mas dorida...
Afixado por MG em setembro 24, 2004 09:49 PMVolto aos poucos a ver meus blogues mais queridos, e ainda bem que o faço. Vou agora ler um pouco do que perdi nesses dias. Um beijo, Sol.
Afixado por adelaide em setembro 27, 2004 06:08 AMNão a podemos impedir, vem devagar sem avisar ninguém, e por vezes leva-nos as pessoas que mais gostamos...A mim levou-me duas pessoas que adorava!! =/ Bjs*
Afixado por Sílvia em setembro 27, 2004 09:26 PMdesoladaop e belo.Sabes como gosto do poema.
Afixado por amelia em setembro 27, 2004 11:06 PMCorrijo:
desolado e belo.
Este poema é, sem dúvida, muito belo. Também as mãos da Soledade dão frutos: por vezes, como neste caso, laranjas que nos matam a fome mas que trazem o paladar das raízes.
Afixado por Astrophil em setembro 28, 2004 01:53 PMÉ um poema, uma reelaboração, mas está muito perto da emoção que o fez nascer: a desolação, a saudade sem remédio... Mas na minha memória, este pardal, meu irmão, e os outros, voam e voarão - para sempre jovens, belos e rebeldes.
Obrigada a todos: à Sara, Eugênia, Márcia, Amélia, que sabem bem dastas perdas; ao Manuel que me oferece consolo amigo; à Adelaide que volta e é bem-vinda; à minha pequena Sílvia que deve ser positiva(tá?); e ao Astrophil que me deixa sem palavras. Obrigada!
Afixado por Soledade em setembro 28, 2004 10:17 PMGrande abraço, Soledade.
Afixado por zef em setembro 29, 2004 11:04 AMObrigada, Zef. Um grande abraço para si também.
Afixado por Soledade em setembro 30, 2004 09:19 PM