Pois é caro João, quanto maior for a competição
mas se acentua a divisão entre as pessoas. O sentido da entre ajuda que era comungada pelos
aldeões hoje é desvirtualizada pelos figurões.
GRANDE POST, Companheiro!
Sem dúvidas cá para o je, o melhor dos melhores esta semana. Acabas de ganhar o Óscar do Tadechuva.
Um abração do
Zecatelhado
fazes-me sonhar com essa realidade que nunca foi a minha.
Ainda é possível mudar o Mundo meu amigo.
Um excelente texto muito reflexivo.
Um abraço ao meu amigo João Norte.
Peço desculpa.
Não devemos estimular a mistificação.
Conheço a aldeia na carne e já há muito que a conheço por fora.
É um mundo sedutor e horrível. Como sempre foi, nada mudou. É uma área parada de pântano.
A aldeia mudava como as estações. Hoje muda como um ser vivo, substituindo células.
Não é melhor nem pior do que antigamente, é igual.
É o que é, ponto final.
Quem mudou foste tu. E os putos de hoje vão subscever teu texto daqui a vinte anos. Erradamente.
Creio no Zeca quanto à qualidade do Blog, creio no Barbant quanto à total realidade do Post. Provávelmente só mudou o melhor, meu Amigo... os males de que fala o Barbant têm raizes profundas.
Um abraço
Cotada
O progresso que não nos leve a vontade de viver, nunca!!
Bonito texto.
Vamos para la direitinhos,a desconfiança,a vontade de ser o primeiro a bater, de todos de tudo basta um movimento para que esta euforia do mal saia dentro de nos.Tal como o dise hoje um antigo menistro Françês,todos os dados estâo la para que isso acontêça