muito bonito
Afixado por GIN em outubro 3, 2004 11:00 PMPara comentar vou "pegar nas tuas palavras ao contrário:
"Mortos ao nascer/esboçados não cumpridos/dum destino qualquer/surgem os desejos/em descanso revestida/por ser madrugada."
Bela ilustração "fantasmagórica" para o poema. bjs
Afixado por wind em outubro 4, 2004 12:50 AMAs madrugadas... os destinos... Belo!
Afixado por hfm em outubro 4, 2004 11:55 AMMortos ao nascer, como todos nós nascemos...ficamos à espera das madrugadas que nos levarão ao destino...sei lá qual!...
Até breve.
ma
São críticos os teus comentários no meu blog?
A opção sobre a exposição do nosso eu nos blog é uma opção individual. Um blog não tem necessariamente de ser intimista, pode ser uma exposição do eu através da colocação aberta das nossas preocupações com o mundo ... estarei errada?
Fechar os olhos e ver
apenas o que os teus olhos viram
agora que se esgotaram os sonhos.
Deter no meu, a leveza do teu olhar
tranquilo que ignora os detalhes
da irremediável queda da ponte de madeira
e impede a chegada à casa de pedra.
Corre a água translúcida e fluída
respirando em sintonia com a terra
como a natureza das coisas belas e simples
até tropeçar nos escolhos que a imobiliza.
Olho através de ti para o imenso verde
apenas recortado pela ponte de cimento
e sinto um imenso desejo de me diluir
em ti, de me diluir na terra ...
GIN
Afixado por GIN em outubro 5, 2004 12:09 PMgostei desta sensação da madrugada. metafórica também. os desejos que morrem antes da manhã.
virna
O texto é sem dúvida belo, ainda que o sinta como que um esboço, sem muito empenhamento. Talvez como "os desejos esboçados".
Na minha opinião, de simples apreciadora de poesia, para que a vida vingue depois do nascimento é preciso ultrapassar o esboço, com verdade,com entrega, com esforço.
Gostei muito deste blog. Obrigada.
MFB
Tem gosto de quero muito mais esse teu poema. Belíssimo, amigo!
Afixado por Graças em outubro 6, 2004 02:17 AMmadrugada - desejos - destino - vida - morte.
Extraordinária edição!
Escorre das tuas mãos....a palavra quase possível. Quantas, quantas?
Voltei porque sempre Pode Ser Mais o gostar daqui. Obrigado
Bonito, muito bonito e tocante, Carlos.
Um abraço.
Bela edição o que não deixa de ser habitual neste blog. Um abraço
Afixado por Cecília em outubro 6, 2004 08:41 PMAcidentalmente me engarranchei em seus versos.
Abraço
"A minha palavra não sabe pintar a alma, dá apenas retalhos dela “
Cito de cor Kleist para ancorar a minha incapacidade de, por palavras, comunicar o que este texto me significou.
Por inexplicável e estranho sortilégio associativo, da paleta cromática, selecciono hoje o cinzento para deixar um abraço ao poeta. T.
E quantos desejos morrem mesmo antes de nos darmos conta dele. Normalmente fugimos de alguns desejos, fechamo-nos para eles, que, ou são difíceis, ou vão contra o que aprendemos ser o correto. Que bom seria que estes crescessem, solidificassem, ganhassem vida e nos tornassem muito mais completos e muito mais felizes.
Afixado por Graças em outubro 12, 2004 03:03 PMAdorei esta tua madrugada. Por onde andas? Tamos à espera de mais. Beijos :)
Afixado por Betty em outubro 12, 2004 04:56 PMPela madrugada surgem desejos que não morrem até renascerem ao anoitecer ;) bjs
Afixado por ridufa em outubro 13, 2004 12:40 PMCá estou Poeta. A vida atribulada tem-me afastado. Agora que me sinto a levitar num mundo vermelho de paixão, encontro na «tua» madrugada todo o sentido de uma sensação que se repete em todos os anoitecer ao seu lado.
Fica com um beijo e boas escritas.
Tenho que me desculpar pela raridade das visitas. Começa a ser complicado conciliar isto com o trabalho.
É com prazer que volto a ler os teus poemas concisos, de forma elegante que dizem só o necessário e deixam algo para adivinharmos. Como este. Bjs
Primeiro, tive uma reacção de tristeza. Mas depois ..., talvez não. Afinal, que seria de nós sem desejos por cumprir?
Enfim, ficou um bom sabor agridoce.
Gostei muito
Gostei, poeta!
Afixado por amelia em novembro 18, 2004 09:50 PM