Capitalismo, capitalismo, capitalismo, capitalismo,Capitalismo, capitalismo, capitalismo, capitalismo,Capitalismo, capitalismo, capitalismo, capitalismo,
E NÃO SE PODE EXTERMINÁ-LO?
Um abração do
Zecatelhado
pois, pois... eu tou ali com o zeca! nao se pode exterminar o dito?
mas é um facto, a minha avó dizia isto tantas vezes...
Sem dúvida amigo Victor. Se há coisas que abomino é o oportunisto negocial que faz enriquecer chicos espertos, que ainda por cima se consideram inteligentes.
Afixado por congeminações em outubro 5, 2004 12:03 PMEu diria. Ser desonesto é fácil, viver com honestidade é que é difícil.
Afixado por misswyoming em outubro 5, 2004 05:50 PMVmar, para lá do que já foi dito e bem, nos comentários anteriores, a mim ficou, ao ler, uma congeminação: o "barrete" era eufemismo teu ou era mesmo um daqueles de borla na ponta?! se sim, a história é mesmo história para recordar! Se não, se empregaste o termo como se fora "boné", bom aí:o homem do couval teria ouvido? Se não...acabou, tá tudo dito. Se sim, na acredito que o homem se calasse e, se o fez/fazem, então temos uma história mais para contar!!
Complicada, eu?! Divergente do essencial?! Olha que não, olha que não!!! Um abraço!
Essa praga dos intermediários é do piorio!
Abomino-os!
Há mts couvais por aí...tb acredito,melhor, tenho a certeza que há imensa gente honesta...a luta está à nossafrente, pertinaz,imoral, etc...
...eu tenho um sonho...
Um abraço do morfeu
Infelizmente essa é uma raça dificil de exterminar. Florescem por ai, por cada canto!! Beijinhos Ana e Vmar. Desejo de uma excelente semana!
Afixado por Maria Branco em outubro 5, 2004 09:20 PMNinguém terá certamente dúvidas, que a sociedade está dividida entre quem produz e quem comercializa (rouba).
E acabam por ser estes últimos, quem mais protecção tem.
Seila, no termo “barrete” estava implícito um certo eufemismo, um pouco de realismo e mesmo de metáfora. O barrete além de típico da região aplica-se muitíssimo bem à situação descrita, penso eu.
Casos semelhantes continuaram e continuam a acontecer, mudaram foi os nomes - os couvais têm hoje os mais vários termos, alguns de uma grande complexidade morfológica (palavra) e técnica.
Adoro metaforas.O tipo que compras as couves é o nosso governo,os governantes em geral reunidos sob o nome de governo o que dá uma margem mais flue para actuarem.Depois o homem que vende as couves somos nós.
Podemos chamar as coisas pelos nomes,não é verdade!?Bolas ,por enquanto é o que nos resta,a não ser é claro que já haja de novo alguma pide tão tão secreta que ainda não dei por ela...:)houve tempos em que me aconteceu isso,só dei pela malandra já estava a olhar para mim..de frente:)