Não concordo totalmente.
As palavras não se prostituiram: foram prostituídas...
Um abraço,
Francisco Nunes
Amigo João, as palavras podem ferir e até matar.
Mas não são elas as assassinas, mas sim quem delas faz errado uso.
Não, tu não odeias as palavras, podes estar zangado com elas mas isso é diferente :-). Por aquilo que li, tu pareces-me um amador de palavras, naquilo que o termo tem mais bonito. As palavras podem ser umas traidoras, mas também são uma das formas mais eficazes de comunicarmos com o mundo e, sobretudo, com aqueles que amamos. Boa noite para ti :-)
elas amam-te joão
Acima de tudo, as palavras devem relacionarem-se com o próprio, quando nascem e brotam, livres. Depois, concordo com "Planície Heróica"...
Um abraço.
Noto algum desencanto João Norte.
As palavras se bem usadas, podem e são uma arma poderosa, capaz de derrubar governos.
Depende de quem e de como são usadas.
De resto, já vi aqui palavras belissimas e repletas de sensibilidade.
Abraços meu amigo.
Pronto...já terminei...até estou cansada, canecos...
Andei a passear pelo teu blog e gostei do que vi. Quanto às palavras... que seria de nós sem elas? Elas não têm culpa dos actos de quem as escreve e fala. Beijos :)
Nem sempre, nem sempre ;) muitas vezes a elaboração ou enfeite serve para mascarar a falta de conteúdo, mas assumir isso como regra, é perigoso e tem um não sei quê de preconceito, não? :)
Estou a lembrar-me de Eugénio de Andrade e de Ramos Rosa. Poetas com estilos completamente diferentes - num é breve a palavra, luminosa, simples e absolutamente necessária - noutro a palavra enreda-se sobre si própria, cria laços complexos com o mundo e eu não sei de qual deles gosto mais, certo é que me exigem uma leitura e um estado de espírito diferente mas são-me ambos imprescindíveis para compreender a relação da palavra com o sentir e com o mundo exterior.
Bom domingo :)