não há palavras... beijo Rose*
Afixado por Black Rose em outubro 13, 2004 07:17 PM:o
Afixado por lacshimi em outubro 13, 2004 07:20 PM"É tão fácil corromper quem nos ama."Acho k disses te tudo ,os teus posts deixam me sempre sem palavras.Nao ha comentarios possiveis,beijokas***
Sílvia:uma vez mais constato o óbvio. Escreves genialmente.
Um texto muito bem estruturado, na forma, na arte, no conteúdo.
Tem vida própria!
Beijos.Meigos.
Ficamos secos depois de tanto chorarem por outros no nosso colo,quando nós apenas queriamos que sorrisem um pouco por nós...
Afixado por Contador de Histórias em outubro 13, 2004 10:36 PMComo eu estava em falta, Sílvia. Não me leves a mal.
Noto diferenças... Ficarei atenta.
Deixo-te um beijo.
Comoveu-me tanto o teu sentir...
Compreendo cada palavra pesada e dorida que escreveste..."a paixão é caprichosa.Só se enamora de quem nos faz tropeçar...", como defines bem a triste realidade de quem sente o desamor....!
Parabéns poetisa!
Beijinho...e fica bem.
biona.blogs
Tens razão... não se ama um vulto! E muito menos se amam palavras que não são escritas para nós.
Segue o caminho para trás só até onde te perdeste de ti mesma, depois vira em sentido oposto ao que seguiste... E vive!
Um beijo
Afixado por Sandro em outubro 14, 2004 03:31 PMVenho a este blog com alguma frequência mas este post e o poema anterior preencheram-me. Sou um homem mas revivi nas tuas palavras uma ferida recente que tarda em sarar. Admiro a estética da prosa e do verso. Podes visitar-me em pedraapedra.blogspot.com.
Afixado por pedra em outubro 14, 2004 05:09 PMSilvia..
vc transborda emoções.. sentires!!
O que tu escreves com tanta maestria
sempre me alcança..fatalmente!!
beijos do Brasil!!
oi Fairy, adorei o texto, mas não das cartas que ele escreve para ela... ora, ora!
Beijinhos, linda!
Arrepiante, este texto! Um retrato expressionista do sofrimento amoroso. Lindo e dilacerante.
Afixado por Dora em outubro 14, 2004 08:46 PMNunca deixas de me surpreender. Mais um momento, mais um poema muito bem escrito, de uma descrição arrepiante que me fez ler um punhado de vezes este texto. Lamentavelmente, só espero que isso não seja apenas fruto de desilusões, mas que faça parte um pouco do teu imaginário.. Não consigo imaginar-te a sofrer dessa forma e ninguém merece!
Beijo*
Maravilha de texto! Gostava de não ter esta impressão de que "é verdade!".
Tens todo o direito - e até o dever - de olhar em volta. Há sempre alguém que está mortinho por nos salvar! Quando nos libertamos de uma amarra como a que descreves, parece que uma Sabedoria Cósmica se põe em movimento e as coisas começam a acontecer de uma maneira diferente. Só é preciso ter a força para dizer "mais não", e a grande alavanca é accionada =)
*
Pronto...já terminei...até estou cansada, canecos...
Afixado por blueshell em outubro 15, 2004 12:28 AM«Porque ninguém ama o vulto que está sempre atrás de nós a amparar-nos a queda. A paixão é caprichosa. Só se enamora de quem nos faz tropeçar.»
É simplesmente GENIAL!
E depois matas-me com a ideia de que «(...)estamos condenados a dançar até rasgar os pés(...)»
Parabéns...ainda bem que visitei o teu blog. Vou acrescentar-te lá em casa.
Estou de volta...espero! É que este início de ano lectivo está a dar cabo de mim...
Afixado por whiteball em outubro 15, 2004 05:10 PMMas continuas Viva, vertical e com força para seguir em Frente.
A Arte das tuas palavras fascina-me.
Obrigado, Companheira das Letras, continua lançando o teu Grito no Silêncio da tua revolta.
Fraterno Beijo,
Fiquei sem palavras ao ler este post... continua assim!
******** beijinho
jenny
mt bom mesmo... parabens uma vez mais
Afixado por Shadow Dweller em outubro 15, 2004 11:58 PM'Porque ninguém ama o vulto que está sempre atrás de nós a amparar-nos a queda. A paixão é caprichosa. Só se enamora de quem nos faz tropeçar.'
Porque ninguém sobrevive a overdoses de amor, porque ninguém está preparado para o sentimento perfeito.
Quem faz as feridas, deve lamber as chagas. Se possível beijar o sítio que se bateu. Sentir aquele ferver no estômago de ódio e de paixão.
As pessoas não gostam de marés calmas, não sabem lidar com elas, são demasiado sublimes, por isso preferem as grandes tempestades, gostam de conciliar as palavras pérfidas com as juras de amor, e isso, incrivelmente, fá-las sorrir.
Fá-las sorrir o quanto choraram, as garrafas de lágrimas que encheram a custo daquele grande amor, que é turbilhão, amor, amor-cão.
(Eu sei que me entendes.)
Beijinhos Linda,
Sinto-me envolto no encantamento da tua escrita. Este texto encerra verdades, daquelas que fazem sofrer.
"Eu salvei-te... e no caminho perdi-me. E ainda não me consegui encontrar" - tudo tem um preço. Por vezes demasiadamente alto.
Continuarei a vir aqui.
Parece que não sou o único que fica sem palavras quando te lê.
"Ningúem ama o vulto que está atrás das costas e nos ampara"
Por entre palavras sentidas, verdades incontornáveis.
Textos que dão vontade de ler e reler.
Não é possível comentar, porque seria necessário fazê-lo linha a linha, palavra a palavra.
Sou posso acrescentar que é impossível ler-te sem sentir por ti um enorme afecto, uma enorme amizade.
Um beijo grande.
Afixado por João Norte em outubro 18, 2004 02:43 PMSentir assim so te pode fazer mais forte e mais bela. Brava, pela coragem de manter o coracao aberto!
Afixado por Xana em outubro 27, 2004 12:01 PMquerida,
obrigada por ter a coragem de expor seus sentimentos em um blog. Vivi a poucos meses
uma história parecida. Parabéns pela coragem.
Que isso sirva de aprendizado. A partir de hoje
eu vou dizer mais NÃO, afinal de contas: "Porque ninguém ama o vulto que está sempre atrás de nós a amparar-nos a queda. A paixão é caprichosa. Só se enamora de quem nos faz tropeçar."
Beijos
Nós vamos viver, o universo nos recompensará de uma forma que nunca esperaríamos.